Para encerrar o ano 2012 decidimos trazer ao debate 3 símbolos da luta pela liberdade e independencia. Temas actualíssimos devido ao massacre fiscal a que nos sujeitam e à situação de protectorado (Adriano Moreira dixit), em que Portugal se encontra.
Viriato foi um dos líderes da tribo lusitana que combateu os romanos na Península Ibérica.
Viriato pertencia à classe dos guerreiros, a ocupação da elíte, a minoria governante. Tito Lívio descreve-o como um pastor que se tornou caçador e depois soldado, dessa forma teria seguido o percurso da maioria dos jovens guerreiros, a iuventos, que se dedicavam a fazer incursões para capturar gado, à caça e à guerra. Na tradição romana os antepassados mais ilustres eram pastores, e Viriato é comparado àquele que teria sido o pastor mais ilustre que se tornou no rei de Roma, Rómulo.
Josip Broz Tito (Kumrovec, 7 de maio de 1892 — Liubliana, 4 de maio de 1980) foi líder dos partisans durante a Segunda Guerra Mundial e mais tarde presidente da Iugoslávia durante grande parte da existência do país enquanto socialista.Durante a Primeira Guerra Mundial, serviu na infantaria austro-húngara e foi feito prisioneiro na Rússia. Escapou e lutou pela Revolução Russa. Após a invasão alemã da Iugoslávia (1941), Tito organizou as forças guerrilheiras na Frente de Libertação Nacional. A desunião entre os iugoslavos foi superada em nome da expulsão do invasor nazista. No fim da guerra, ele surgiu como o líder do novo governo federal. Rejeitou a tentativa de Stalin de controlar ideologicamente os Estados comunistas da Europa oriental e Tito tornou-se um dos principais expoentes do não-alinhamento durante a Guerra Fria.
António Rodrigues Sampaio (São Bartolomeu do Mar, Esposende, 25 de Julho de 1806 — Sintra, 13 de Setembro de 1882) foi um jornalista e político português que, entre outras funções, foi deputado, par do Reino, ministro e presidente do ministério (primeiro-ministro). Foi um agitador de renome nacional, o que lhe valeria a alcunha de o Sampaio da Revolução, já que se notabilizou como redactor principal do periódico A Revolução de Setembro.. Foi esta postura de grande escrúpulo, associado a um incansável labor na defesa dos valores pelos quais pugnava, que lhe concede um lugar cimeiro no jornalismo político português. Era membro importante da Maçonaria.
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