NA PRÓXIMA SESSÃO DA NOITE, UMA ÓPERA DE JULES MASSENET – “THAïS”

Imagem1Estamos a chegar ao fim deste ciclo operático em que apresentámos umas dezenas de composições. Não sendo uma antologia exaustiva deste género musical, o que seria impossível, dado que algumas óperas não estão disponíveis, pensamos ter possibilitado um painel representativo do que de melhor se fez nesta área da cultura musical. Houve uma maior incidência de composições do século XIX, na sua maioria resultantes do Romantismo que terá perdurado na música para além do limiar de movimentos que, na Literatura, se lhe seguiram. A ópera foi um género musical que se ajustou como uma luva aos conceitos românticos – Bernard Shaw terá definido os libretos das óperas com um mínimo de palavras – uma sinopse sinóptica, digamos: «a soprano e o tenor apaixonam-se, vem um barítono e estraga tudo», as palavras não terão sido estas, o sentido, sim. Na apresentação que fizemos, começámos pela ópera italiana, seguindo-se a de língua alemã. Estamos agora a editar algumas óperas em língua francesa – Georges Bizet ontem, hoje Jules Massenet. Jules Émile Frédéric Massenet (1842-1912). As suas óperas tiveram grande popularidade em finais do século XIX e no princípio do século XX, sendo as mais famosas e representadas frequentemente, com enorme sucesso, Manon (estreada em 1884), Werther (em 1892) e Thaïs (em 1894). Vamos hoje apresentar esta última, gravada no Metropolitan Opera de Nova Iorque em 2010, Renée Fleming, Thomas Hampson e Michael Schade nos principais papéis. O famoso maestro Lopez-Cobos dirige o coro e a orquestra do Met.

NA PRÓXIMA SESSÃO DA NOITE – THAÏS – DE JULES MASSENET

    

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