(de “Poeias de Paulino Cabral de Vasconcelos, Abade de Jazente”)
Não é possível tentar identificar a obra do Autor com um momento, corrente ou modelo literário do século XVIII: barroco (tardio), neoclassicismo, romantismo (pré- ou não). Neste soneto transparece ainda o tema do desengano e da mudança, servindo-se de um quotidiano concreto: o da vida social do Porto. Foi um dos poetas da chamada “Arcádia Portuense”