DIA MUNDIAL PARA A CONSCIENCIALIZAÇÃO DO AUTISMO por clara castilho

9349741_b7nUlSerá que se sabe o que é o autismo? Nos meios científicos, muito já se disse, muito já se discutiu, hoje as posições quanto à sua origem são menos extremadas. Mas o que interessa, sobretudo, é ajudar quem dele, e com ele, sofre – os sujeitos (pacientes, utentes, como se quiser) e as suas famílias. Procurando dar respostas aos diversos níveis em que as pessoas estejam enquadradas.

Aceita-se a definição de que autismo é uma perturbação no desenvolvimento que afecta a comunicação, a socialização e o comportamento e que, se detectado precocemente, terá mais possibilidades de se obterem bons resultados

Hoje, a Federação Portuguesa de Autismo realiza uma sessão comemorativa, na Fundação Calouste Gulbenkian. Esta Federação pretende defender incondicional dos direitos das pessoas com PEA (perturbações do espectro do autismo) e das pessoas com elas significativamente envolvidas. Tem como valores a não discriminação, o associativismo, a solidariedade, a inclusão e a representatividade e como  princípios osque estão consagrados nos documentos de ordem jurídica nacional e internacional, tais como a Carta dos Direitos das Pessoas com Autismo e a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, realçando a representação e defesa dos direitos das instituições federadas (http://www.appda-lisboa.org.pt).

Mas nada melhor do que uma pessoa que tem esta “característica” para nos contar como é. Temple Grandin, diagnosticada com autismo na infância, fala sobre como a sua mente funciona, e a sua habilidade de “pensar em imagens”, que a ajuda a resolver problemas que cérebros neurotípicos não conseguiriam. Ela traz à tona que o mundo precisa de pessoas com o espectro autista: pensadores visuais, pensadores em padrões, pensadores verbais e todos os tipos de crianças espertas e inteligentes.

E deixo-vos uma forma de como falar deste assunto a crianças.

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