Tendo morrido muito jovem, foi o seu amigo Silva Pinto quem recolheu os poemas dispersos por jornais e revistas, organizando “O Livro de Cesário Verde” (1887). Poeta que “narra” o quotidiano de Lisboa, colhendo a melancolia e a dureza da vida urbana. De Cesário escreveu Alberto Caeiro/Pessoa: “Que pena tenho dele! Era um camponês/ que andava preso em liberdade pela cidade”.