Conheceu o exílio no Brasil a partir de 1963 e ali foi presidente da Associação Paulista dos Críticos de Arte (1972-1973). Autor de textos sobre teatro, publicou os livros de poesia “Morse de Sangue” (1955), “O Guardador de Automóveis” (1956), “Primavera de Estrelas” (1960), “Apátridas” (1975). Reuniu toda a obra poética no volume “O Poeta Descalço” (1978). Alguns dos seus poemas foram musicados e cantados por Luís Cília, Francisco Fanhais e outros.