Balanço do Encontro nº 61 – Maria Callas, Martin Luther King, Ku-Klux – Klan
Neste Encontro juntamos a Arte do canto com o debate sempre presente entre racismo e emancipação dos povos. E mais uma vez se provou quão interessante se revela a participação da sociedade civil nestes Encontros Imaginários.
Patrícia Vasconcellos, directora de casting e Directora da escola de actores ACT, interpretou com beleza e elegância Maria Callas, a célebre cantora que incorporou no século XX o conceito de “prima dona”.
Martin Luther King, o pastor que soube incorporar e sublimar a célebre recusa de Rosa Parks em não se levantar do seu lugar no autocarro, até se transformar no expoente máximo da luta dos negros contra a segregação racial e pelos direitos civis , encontrou um interprete fiel em Angelo Torres, magnifico actor e celebrizado contador de histórias. Fez-lhe frente a sinistra seita secreta racista e fascista Ku-Klux – Klan, imagem repelente daquela América sórdida dos Tea Party e pastores nazis tão inteligentemente denunciada por Mark Twain e muitos outros.
Miguel Martins, escritor e editor , foi um perfeito “grande dragão” na virulência e desprezo com que despejou os seus inenarráveis conceitos e sonhos da sua sociedade troglodita.

