Ser criança não tem classe social. – por Luísa Lobão Moniz

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Os casos mediáticos que têm passado nas televisões de mães que abandonam os  filhos, de mães que matam os filhos, de pais que violam os filhos, estão a  contribuir para que o direito de Ser Criança fique molestado, sem se saber que  resultados futuros irão aparecer em termos de comportamentos.

Pergunta-se hoje a uma criança qual o direito mais importante e ela responde  que é o de não ser abandonado, de não ser batido.Todas as crianças têm uma  altura das suas vidas em que têm medo de serem abandonadas, quais Hensel e  Gretel, têm medo que a mãe não as vá buscar ao infantário, mas esse medo faz  parte do crescimento humano.

O medo que as nossas crianças estão a ter vem de fora e Elas não se podem  defender. É triste que no século XXI ainda a Criança seja o elo mais, mas  muito mais, frágil na sociedade. A história da Infância tem sido feita de  muito sofrimento, serviu de chão para a criação dos Direitos da Criança que  vários países assinaram, mas que não os obrigavam a respeitá-los, foi preciso a  Convenção dos Direitos da Criança para que os países que a assinaram fossem  obrigados a cumpri-la.

Seria preciso escrever os Direitos e a Convenção? Não bastaria as comunidades  sentirem que uma criança é uma pessoa com o seu Direito e Poder de o SER! O  sentimento de poder sobre uma criança é algo que explica, também, o  maltrato.

Mas não é só o sentimento de poder mas também as características dos  elementos familiares, da cultura familiar e social, das perdas e benefícios do  maltratante perante a sociedade.O que pensa a  sociedade?

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