APRe! – COMUNICADO – VENCEU A JUSTIÇA

APRE!C~1
Do blogue da APRe! – http://apre-associacaocivica.blogspot.pt/
19 de Dezembro de 2013

Última Hora 

 

Venceu a Justiça

Ao rejeitar a proposta de convergência entre as tabelas da Caixa Geral de Aposentação e o Centro Nacional de Pensões que o Governo tentou, ardilosamente, fazer passar, o Tribunal Constitucional tomou, a nosso ver, a única decisão aceitável. A APRe! congratula-se com esta decisão embora esteja bem ciente que a luta não terminou e que a guerra não está ganha. Mas é um bom sinal que o tribunal superior tenha reconhecido quão iníqua era a proposta governamental.
Quando o Governo fez passar na Assembleia da República o diploma da convergência de forma independente do Orçamento, tentou uma via que lhe garantisse operacionalidade. Agora que vê a proposta chumbada, não só se torna mais evidente a tentativa governamental em querer governar ignorando a Constituição como fica com o problema de resolver a falta de receita que de forma tão matreira pensou ter encontrado junto do filão constituído pelos reformados deste país.
O ano de 2014 vai ser duro e outras batalhas irão acontecer. É legítimo que nos questionemos como vai o Governo arrecadar a receita de que precisa? Que subterfúgios vai utilizar? Que manobras vai desencadear de forma a satisfazer as exigências da Troika?
A APRe! não tem ilusões. Esta etapa pode estar vencida mas não é tempo de baixar os braços ou aliviar o alerta. Temos todos, reformados e no activo, jovens e desempregados, de nos manter coesos em defesa de um Portugal mais justo, mais solidário e mais humano. As pessoas contam!

Direcção da APRe!

1 Comment

  1. PERGUNTA: O que me surpreende at mais no poder verificar como um (des)governo to descaradamente inconstitucional ainda no foi destitudo? E torna- se assim patente a incapacidade constitucional desta medida. Onde est a aco dos orgos diretamente responsveis pelo cumprimento da referida constituio como a prpria constituio em si, como tal, se encontra, sequestrada! Algum mais letrado que eu nestas coisas me demonstrou ser a constituio um labirinto de contradies que a tornam exequvel….E assim a minha pergunta para os doutos constituicionalistas: Reconhecem se no trabalho que produziram? E de que maneira do soluo a este problema to importante e to evidente? Como possvel haver crime reconhecido e o criminoso no ser responsabilizado? Ou ser que nos iremos ver perante o maximo contraditrio possvel de vermos a constituio declarada inconstituicional? Fico assim, pendente da V/ douta sentena: o auto reconhecimento de ilegal do vosso trabalho e a consecutiva declarao da V prpria inconstituicionalidade, propondo o V/ prprio julgamento. c a heitor da silva

    heitor

    No dia 20 de Dezembro de 2013 s 08:46, A Viagem dos Argonautas escreveu:

    > joaompmachado posted: ” Do blogue da APRe! – > http://apre-associacaocivica.blogspot.pt/ 19 de Dezembro de 2013 ltima > Hora Venceu a Justia Ao rejeitar a proposta de convergncia entre as > tabelas da Caixa Geral de Aposentao e o Centro Nacional de Penses que o > Gover”

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