A Liberdade, a cultura, a democracia e a justiça social são as nossas paixões.
Sinto-me impaciente por descobrir com quem hei de conviver nos próximos dias. Comecei em Moas de Abaixo a alternar as ultrapassagens com um coreano que percorreu o Caminho Francês, tentei conversar mas era missão impossível, ele conhece meia dúzia de palavras em inglês, mais do que Angelika, porém eu nada percebo de coreano e, a propósito das coisas mais concretas, multiplicámos os mal-entendidos. Era previsível. Sem falarmos a mesma língua as conversas são possíveis… unicamente entre europeus. O coreano ostenta um ar macambúzio, algo entre o desafio e o desgraçado; não comunica decerto há mais de trinta dias.