A Liberdade, a cultura, a democracia e a justiça social são as nossas paixões.
por todo o mundo. E surge sempre a interrogação quanto à necessidade de assinalar este dia, assim como o Dia da Criança. O facto é que, tanto as mulheres como as crianças, continuam em situação de necessitarem de serem lembrados os seus direitos. Direitos que nem sempre são cumpridos. Direitos que ainda, em certas partes do mundo mais do que noutros, não são cumpridos (quando existem na lei), ou nem sequer existem num pé de igualdade com o homem. Passa hoje também o aniversário do nascimento de João de Deus, o poeta pedagogo ao qual tantos devem a luz da leitura. A sua Cartilha Maternal podia servir de matriz a uma “cartilha universal” que, com simplicidade, ensinasse os seres humanos a respeitar-se mutuamente.
Bravo, Carlos Loures! Precisamos, acima de tudo, denunciar a gritante feminização da pobreza não só em Portugal, no Brasil, em toda a América Latina e nos Estados Unidos da América do Norte, em qualquer parte do mundo, salvo talvez nos países nórdicos., Tem sido assim e continua assim apesar das leis, como você diz. E precisamos denunciar o casamento forçado de milhões de meninas púberes, a prostituição infantil e a pedofilia, além do espancamento de crianças e mulheres. Lutemos para que essas denúncias cheguem às escolas, aos lares, aos programas de TV. Qualquer mudança começa pela
conscientização.
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abraço solidário da
Rachel Gutiérrez
O seu a seu dono . os editoriais são de responsabilidade da Coordenação, mas escritos rotativamente pelos três coordenadores – Este, é obra da Clara Castilho, embora reflicta totalmente o que os restantes elementos pensam sobre o tema. Obrigado, em todo o caso.
Bravo Rachel! As suas palavras são acutilantes e corajosas. Partilho inteiramente da sua opinião.
Se me permite, acrescento, de minha lavra que, nos dias que correm, as questões emergentes no que toca ao género feminino, voltam a situar-se ao nível da sobrevivência e subsistência primária, como nos tempos medievais.
Os indíviduos humanos do género feminino também são humanos! – Aos machistas primários, deixo uma pequena provocação: Acha que a sua mãe não passa de um objecto que pode ser usado e descartado sem mais contemplações? – Ah! Bem me parecia!