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surrealismo e uma às artes plásticas. É um dos derradeiros testemunhos do escritor, se não o último, que faleceria pouco depois, a 12 de Outubro de 2010. O original dactilografado, em máquina de escrever, não sofreu emendas nem rasuras, com excepção da primeira linha da primeira folha – onde foi acrescentado, por duas vezes, à mão, a tinta, a palavra português. A primeira folha foi referenciada com a primeira letra maiúscula do alfabeto (A) e a segunda com a segunda (B) – não havendo nas restantes qualquer outra indicação. Na primeira folha, canto inferior esquerdo, com outra letra, a lápis, está indicada o seguinte: JUNHO-AGOSTO 2010. O conjunto é um primeiro borrão, à espera de ulterior revisão, que a morte do autor impediu para sempre. Agradecemos a Isabel de Castro Henriques, viúva do escritor, a possibilidade de consultarmos, tratarmos e apresentarmos as três folhas respeitantes ao surrealismo.