Poeta e diplomata. A sua poesia privilegia a linguagem austera, precisa, essencial. Conhecido, sobretudo, pelo poema dramático “Morte e Vida Severina” (1956) em que se apresenta o tema dos “retirantes” obrigados pela seca a deixar as suas terras áridas a caminho do litoral. Da sua riquíssima obra poética salientamos: “A Pedra do Sono” (1942), “O Engenheiro” (1945), “O cão sem plumas” (1950), “A Educação pela Pedra” (1966), “A escola das facas” (1980).