Poeta e dramaturgo. Adere à poesia concreta para depois dar lugar ao neo-concretismo. Perseguido pela ditadura militar brasileira, refugia-se na Argentina onde escreve “Poema Sujo” (1976). Outras obras: “A luta corporal” (1954), “Por você, por mim” (1968), “Dentro da Noite Veloz” (1975), “Na Vertigem do Dia” (1980), “Cidades Inventadas” (1997), “Muitas Vozes” (1999), “Toda Poesia” (2000).
Manuel
Como não referes, aí ficam os dados da edição em Portugal da poesia de Ferreira Gullar: «Obra Poética», edições quasi, com prefácio de Ivan Junqueira, Vila Nova de Famalicão, Outubro de 2003.
Abraço
António
*Um poema com o rosto actual-Maria *
Manuel
Como não referes, aí ficam os dados da edição em Portugal da poesia de Ferreira Gullar: «Obra Poética», edições quasi, com prefácio de Ivan Junqueira, Vila Nova de Famalicão, Outubro de 2003.
Abraço
António