CASA DA AMÉRICA LATINA – AMANHÃ, dia 17 de JUNHO, CONTINUAM AS CONVERSAS SOBRE TEATRO NA AMÉRICA LATINA, às 19 horas , no TEATRO NACIONAL D. MARIA II.

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Vai realizar-se o terceiro encontro do Ciclo de Conversas sobre o Teatro na América Latina. Agora a convidada será Mariana de Althaus, do Peru. Poderão ser ouvidos excertos da peça “Então Alícia caiu”, de sua autoria. A conversa será orientada por Rui Pina Coelho. Nesta sessão serão também interpretados excertos da peça.

marina althaus


Mariana de Althaus 

Estudou Literatura na Pontifícia Universidade Católica de Lima e participou em oficinas de dramaturgia e direcção de cena. Escreveu e dirigiu dez peças de teatro, sendo ainda autora de mais quatro obras teatrais e coautora de outras três. Em 2010 ganhou o 1.º Prémio do Concurso de Dramaturgia do Centro Cultural Britânico de Lima e em 2012 publicou o livro Dramas de Família, que reúne três das suas peças de teatro.

Rui Pina Coelho

É Doutorado em Estudos Artísticos – Especialidade em Estudos de Teatro, pela  Universidade de Lisboa, e docente na Escola Superior de Teatro e Cinema, desde o ano lectivo de 2006/2007. Na Imprensa Nacional, saiu em 2009, o seu estudo Casa da Comédia (1946-1975): Um palco para uma ideia de teatro.  É investigador integrado no CET – Centro de Estudos de Teatro da Faculdade de Letras de Lisboa, membro do conselho redatorial da revista “Sinais de cena” e membro do conselho consultivo da revista on-line “opercevejonline”. Integra a direcção da APCT – Associação Portuguesa de Críticos de Teatro, onde coordena os seminários para novos críticos. Desde 2010, colabora regularmente com o TEP – Teatro Experimental do Porto, enquanto dramaturgo e dramaturgista, dando apoio à direção artística do encenador Gonçalo Amorim. Nesse contexto, destacou-se o espectáculo sobre a peça que escreveu e publicou: Já passaram quantos anos, perguntou ele (2011).

Sinopse Então Alicia caiu

Daniela, 40 anos, é escritora. Paz tem 15 anos e está com a mãe num quarto de hotel. Nesse pequeno espaço, duas gerações debatem-se com as diferenças e problemáticas próprias de cada idade. O passado é uma ferida ainda aberta que dá lugar a confissões, remorsos e, sobretudo, revelações. Uma história do nosso tempo e para o nosso tempo.

A tradução do texto é de Mário Quartin Graça, a coordenação da leitura Lúcia Maria  com Lita Pedreira e Maria Jorge.

 

 

 

 

 

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