Seminário: A Semiótica hoje: modelos e práticasPrograma21 de Novembro, 6ª feira, das 15h às 19h | sala 1.01, piso 0, Edifício ID, FCSH/UNL15h00 Sessão teórica
17h30 Sessão prática: Jorge Lozano e Margarida Amaro
22 de Novembro, sábado, das 10h às 13h | sala 1.01, piso 0, Edifício ID, FCSH/UNL10h00 Sessão prática
10h30
12h00
ResumosA Semiótica hoje: modelos e práticas | Jorge LozanoDepois do estruturalismo e pós-estruturalismo, semântica estrutural e a experiência da semântica generativa e interpretativa, considero que hoje a tendência da indagação é a relação directa entre semiótica e história. Wikileaks en España: un análisis semiótico y mediológico | Jorge LozanoMudança de paradigma na comunicação. Mudanças no jornalismo. Transparência e segredo. Opacidade. Persuasão, estratégias do crer | Jorge LozanoUm conceito que desapareceu nos Anos 70 nos campos da comunicação. Desenvolveu-se ulteriormente em certas análises do discurso científico. Jorge LozanoSemiólogo e Professor Catedrático de Teoría General de la Información na Universidad Complutense de Madrid (UCM), para além de professor de Semiótica da Moda na Universidade de Veneza. Foi director da Academia de Espanha em Roma e Secretário de Redacção da Revista de Occidente. Cuáles son las herramientas del método semiótico? Textos y exemplos. | Maria Albergamo, grupo GESCLa semiótica en general debe ser considerada como un conjunto de disciplinas: la semiótica de la cultura (Y. M. Lotman), la lingüística (F. de Saussure y L. Hjelmslev), la semiótica estructuralista (R. Barthes), la semiótica generativa (A. J.Greimas), la semiótica cognitiva (C. S.Peirce), la semiótica de la interpretación (U. Eco); y de semióticas específicas como la teoríade la enunciación, la semiótica visual, la socio-semiótica. De vez en cuando, decidimos cual herramienta utilizar. ¿Cómo procedemos? La intervención se propone de argumentar lo que significa asumir el análisis semiótico y – con ejemplos específicos – de presentar algunos puntos clave de la metodología que la semiótica ha desarrollado para el análisis de cualquier texto. Maria AlbergamoLicenciada em Filosofia, tem um Master em “Estética y Comunicación en la Moda y en el espectáculo”. PHd em Estética e uma tese intitulada “Il Museo: dallo Spettacolo allo Spettatore. Pratiche Sguardi Dispositivi”. Trabalhou sobre o museu colocando particular enfâse no tema do espectador. Membro da Associação Italiana de Estudos Semióticos e do Comité Organizador do XV Congresso da Associação Espanhola de Semiótica: “Semiotica e Historia” , assim como do próximo Congresso que terá lugar em Bilbao em 2015. Publicou na Revista de Occidente vários artigos e entrevistas. Supervisionou a introdução a El museo (2014) e editou o livro La trasparencia engaña, com intervenções do grupo GESC e publicação prevista para breve. A moda é sempre semiótica | Margarida Amaro, grupo GESCDotada da capacidade de transformar o insignificante em significativo “a moda é sempre semiótica” (Lotman), e a semioticidade da moda reside no facto desta implicar sempre um observador. A moda é um texto que se dirige a alguém, e o texto “selecciona” para si um auditório, à sua imagem e semelhança. Todavia, atendendo a que o sujeito da linguagem da moda é um criador de informação nova e inesperada para o público, este, frequentemente, não a entende e sente-se indignado, mas é aí que reside o triunfo da moda. Assim, considerando que a moda é uma categoria dialéctica, polissémica, situada no interior da semioesfera e instituindo-se como uma linguagem específica, ensaiaremos uma análise segundo a perspectiva semiótica da cultura. Margarida AmaroMargarida Amaro é licenciada em História da Arte pela Universidade de Coimbra (Portugal) e obteve um MBA em Arts Management, pelo Instituto Nacional da Administração, Portugal /Columbia University. Mestre em Ciências da Comunicação, Comunicação e Cultura, pela Universidade Nova de Lisboa com uma dissertação nos domínios da fotografia contemporânea, sob a orientação de José Bragança de Miranda e com investigação desenvolvida na Bibliothèque Nationale de France, Cabinet des Estampes et de la Photographie, sob a orientação de Jean-Claude Lemagny. GESC – Grupos de Estudios de Semiótica de la CulturaO Grupo de Investigação “Estudios de Semiótica de la Cultura”, constituído em Outubro de 2008 no Instituto Universitario de Investigación José Ortega y Gasset sob a direcção do Professor Jorge Lozano, reúne um grupo de professores pertencentes a diferentes universidades europeias e que se dedicam à Semiótica da Cultura, assim como um grupo de doutorandos, a maioria dos quais inscritos na Universidade Complutense de Madrid. Dentro do grupo existem diversas linhas de investigação, embora todas confluam na Semiótica da Cultura, especialmente na análise dos textos pertencentes à Escola Semiótica de Tartu-Moscovo.
As sessões estão abertas à participação de especialistas em Semiótica da Cultura de diferentes centros de investigação espanhóis e estrangeiros, e têm por principal objectivo constituir um fórum de debate intelectual. Saiba mais aqui: http://semioticagesc.com OrganizaçãoProfessora Doutora Maria Augusta Babo (CECL/FCSH/UNL) – linha de investigação Comunicação e Artes |

