General Ramalho Eanes – Vida política e militar analisada em novo livro de M. Vieira Pinto

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O lançamento do livro O General Ramalho Eanes e a História Recente de Portugal (I Volume), de M. Vieira Pinto, decorre hoje, 25 de Novembro, pelas 15:00 horas, no Instituto de Ação Social das Forças Armadas – Centro de Apoio Social de Oeiras. Sem prejuízo de uma eventual recensão crítica que venhamos a publicar, disponibolizamos a infor0mação proporcionada pelo editor.

 Na obra, o autor procura registar, analisar e apreciar a vida pública de Ramalho Eanes, nas actividades de natureza militar e política (incluindo as que desenvolveu depois de ter cessado funções como Presidente da República), bem como as respectivas motivações e objectivos. Analisa ainda o ambiente em que se formou e os acontecimentos que estiveram na base da sua acção, recorrendo a elementos biográficos quando importantes para a avaliação das suas actuações. O livro, publicado em simultâneo pela Âncora Editora e pela DG Edições, é apoiado pela Câmara Municipal de Oeiras, a Liga dos Combatentes e a Comissão Portuguesa de História Militar.

 António Ramalho Eanes nasceu em Alcains, concelho de Castelo Branco, a 25 de Janeiro de 1935. É casado com Maria Manuela Ramalho Eanes, de quem tem dois filhos. Frequentou o Liceu de Castelo Branco, e ingressou na Escola do Exército em Outubro de 1953. Oficial do Exército, no 25 de Abril de 1974 estava destacado em comissão de serviço em Angola. Em Setembro foi nomeado presidente do Conselho de Administração da RTP e, em Março do ano seguinte, demitiu-se e exigiu um inquérito à sua actuação. Na sequência do Verão de 1975, Ramalho Eanes cooperou com o Grupo dos Nove, encabeçado por Ernesto Melo Antunes, e participou activamente no 25 de Novembro, despontando para a carreira política. Nesse ano foi nomeado chefe do Estado-Maior do Exército, e graduado em general de quatro estrelas. Em 14 de Maio de 1976 anunciou a candidatura à Presidência da República, depois de ter sido escolhido e apoiado pelo Conselho da Revolução. Antes da oficialização da mesma, expressou de forma bem clara o seu projecto político: «Se me candidatar e for eleito, serei extremamente rigoroso na exigência do cumprimento da Constituição». Foi eleito Presidente da República em 1976 e reeleito em 1980, tornando-se uma personalidade central do processo de consolidação da democracia portuguesa. Em 2000, rejeitou a promoção a marechal. Obteve o doutoramento em Filosofia Política em 2006, com aprovação por unanimidade, louvor e distinção, pela Universidade de Navarra, Espanha. É conselheiro de Estado vitalício, e uma das personalidades mais respeitadas da sociedade portuguesa.

O autor:

Manuel Paulo Lalande Vieira Pinto é licenciado em Direito pela Universidade de Lisboa. Foi quadro, administrador e consultor de diversas empresas privadas, públicas, e de serviços públicos. Presidiu aos Conselhos Directivos do Instituto de Gestão Financeira da Segurança Social e do Gabinete Português de Estudos Humanísticos. Desempenhou, como catedrático convidado, funções docentes no ensino superior particular, de que foi fundador com várias personalidades. É autor de algumas obras de natureza técnica, didáctica, histórica e biográfica, entre elas, Adriano – Vida e obra de um grande português (2010, DG Edições), tendo também participado no 6.º livro da colecção «Fim do Império», Memórias do Oriente, de Dias Antunes.

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