DIA DE ÉVORA – VAMOS ENTRAR NA RECTA FINAL

Imagem1Não se consegue avaliar nos dias de hoje a importância que Évora teve no Portugal anterior ao século XIX. No período aureo dos Descobrimentos, nos reinados de D. João II, D. Manuel e D.João III, Évora era em muitos aspectos a segunda cidade do País. Esplendor cultural onde avultam grandes artistas eborenses ou forasteiros que a escolhiam para residir e trabalhar – poetas e filósofos como Garcia de Resende, Francisco de Holanda ou André de Resende, pintores como Gregório Lopes, escultores como Nicolau de Chanterenne. O Marquês de Pombal, a quem Lisboa e Porto tanto devem, ditou a decadência de Évora ao expulsar os Jesuítas – a Universidade de Évora, pólo de desenvolvimento da cidade, era regida pela Companhia de Jesus. A sua extinção em 1759 foi um rude golpe para a cidade. Mas a vida cultural nunca deixou de exisitir. Até aos nossos dias chega uma cidade de uma beleza esplendorosa – a urbe portuguesa com mais arte e história por metro quadrado.

 No último segmento desta edição, vamos falar sobre gente de outras paragens que por aqui passou e deixou rasto. Eça de Queirós, um “lisboeta” nascido no Norte e dois alentejanos não eborenses – Fialho de Almeida e Florbela Espanca. E faremos um balanço sumário desta jornada.

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