A Liberdade, a cultura, a democracia e a justiça social são as nossas paixões.
iluminação, jogando com contrastes acentuados entre luz e sombra. Aliás, este uso inteligente dos meios existentes fora já praticado noutros dos seus filmes do período expressionista. A modernidade de Fritz Lang é patente no uso do flashback, e do recurso à narração em off. M — O Vampiro de Düsseldorf o tema do serial killer foi interepretado pelos nazis em ascensão como metáfora alusiva aos seus ideais e, em 1932, Fritz Lang refugiou-se nos Estados Unidos – uma vitória para Hollywood que beneficiou do seu génio. Depois dos filmes que realizara na Alemanha, tais como Dr. Mabuse (1922), Die Nibelungen (1924) ou Metropolis (1927), dirigiu em Hollywood dezenas de produções, entre as quais algumas obras primas como Fúria (1936), Só vivemos uma vez (1936), Suprema decisão (1944) ou Cidade nas trevas (1955). Fritz Lang morreu em Los Angeles, em 2 de Agosto de 1976.
Otto Preminger, produtor e realizador cinematográfico, austríaco e vienense como Friz Lang, foi também forçado a emigrar para se furtar ao inferno nazi. Em 1935 exilou-se nos Estados Unidos. Exigente, perfeccionista cultivou diversos géneros cinematográficos, perseguindo sempre um elevado padrão de qualidade – Os seus filmes mais represettivos são Laura (1944) e O rio das almas perdidas (1954), um clássico do «cinema negro». Otto Preminger morreu no dia 23 de Abril de 1986 em Nova Iorque.