Neste primeiro dia de 2015, recordamos o nosso querido amigo, grande professor, emérito defensor da causa lusófona, o argonauta Sílvio Castro, que nos deixou já lá vão mais de seis meses. Continuamos a navegar, e, embora sentindo um grande vazio, não deixaremos de o recordar na nossa viagem. Quando pensamos no Sílvio, percebemos como os antigos eram levados a procurar ver os que partiam nas estrelas do céu. Estamos certos de que, ao ler estes poemas do nosso amigo, os argonautas de um e do outro lado do mar sentirão a sua presença, a ajudar a nossa navegação, tal como as estrelas para os antigos.





