A IMPORTÂNCIA CULTURAL DO PLAY FESTIVAL por clara castilho

Está a decorrer o Play Festival. Meninos que conheço adoraram os filmes que foram ver. São pequenos e numa sessão podem ver vários, de vários países. Todos os filmes abordam temáticas muito importantes para o desenvolvimento infantil. Quem os veja com as crianças leva material que poderá aproveitar das mais variadas formas. Os meninos que conheço adoraram, por exemplo, um filme em que se aborda a questão da vivência em que as crianças ficam espartilhadas entre a vida em casa da mãe e a casa do pai. Identificaram-se imediatamente e sentimos que lhe apetecia muitas vezes fazer as mesmas coisas que o herói da história, ficando aliviadas com a forma com o final feliz dado ao problema apresentado.

PLAY-Festival-Internacional-de-Cinema-Infantil-e-Juvenil

Lembro que a organização é de uma associação cultural sem fins lucrativos, Tecla Plat, que tem o objectivo de promover a cultura e as artes através de actividades educativas que contribuam para o desenvolvimento harmonioso e a individualidade de cada ser. Dela constam: Catarina Ramalho ( Formada em estudos artísticos pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa), Dania Afonso (Formada em Design de Comunicação no Pratt Institute), Teresa Lima (com formação inicial como Professor do 1º Ciclo do Ensino Básico). O 1º Play ocorreu há um ano.

E porquê “PLAY Festival”? A palavra PLAY é o termo internacionalmente utilizado para o acto de reproduzir arquivos de imagem e som, nomeadamente filmes, e é a palavra inglesa que significa genericamente brincar e mais especificamente representar, fazer-de-conta. Está portanto intimamente ligada ao Cinema e ao mundo infantil com uma conotação muito positiva. Pretende-se que o Festival PLAY seja um verdadeiro território de lazer, pedagogia e enriquecimento cultural, assentando no pressuposto do cinema como abertura para o mundo, levando os mais novos a contactar com o Outro e a experienciar novas realidades, divertindo-se e aprendendo a pensar e a ver.

Ressalto, o filme vindo da Holanda, de autoria de um jovem de origem portuguesa. Chama-se “O Meu Nome” e conta a história familiar de Ruben Monteiro (2012 / Holanda / 2’ 53’’) e das peripécias familiares que fazem a história do seu nome.

 Ruben Monteiro tem o curso de Master of Animation, em St.Joost (Breda, Netherlands). Tem um  bacheato em design gráfico e curso técnico em video produção.

Diz que tem dois sonhos, um guiado pela parte mais racional e outro pela parte mais afectiva. É daqui que sai o seu sonho de infância: a animação.

O Meu Nome (My Name) from Ruben Monteiro on Vimeo.

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