A PIDE prendeu-a por 16 vezes. Humilhou-a e torturou-a. O Estado fascista impediu-a de dar aulas, mas Virgínia Moura resistiu. Resistiu sempre. De pé e com a doçura e o sorriso largo com que brindou todos aqueles com quem se cruzou ao longo de uma vida intensamente vivida. No dia 19 de Julho assinalam-se os 100 anos do seu nascimento.

