Como ontem anunciámos, enquanto a Poesia ao amanhecer, dirigida pelo argonauta e professor de Literatura Manuel Simões e coordenada graficamente e ilustrada pelo pintor e argonauta Dorindo Carvalho, se prepara para mais uma série temática (de cujo teor em breve daremos notícia, a poesia será aqui trazida pelo cantautor Francisco Fanhais. Nesta Praça de onde lanço textos contra o poder político e económico que colocou as instituições democráticas ao serviço de uma oligarquia, nesta Praça da Revolta, ouvir-se-á poesia na voz do meu amigo Francisco Fanhais. Com a voz e as composições musicais de Francisco Fanhais, que muitos ainda conheceram como o «Padre Fanhais», chegam-nos os versos de alguns dos poetas que usaram a poesia como uma arma carregada de futuro. E começamos com Sophia de Mello Breyner Andresen: Porque.

