TEATRO CIRCO DE BRAGA, DIA 24 DE JULHO,`AS 21H30, CICLO “A DANÇA DANÇA-SE COM OS PÉS” E DE 24 A 27 “A MÁQUINA DO TEMPO”

Ciclo ‘A dança dança-se com os pés’ | Jan Fabre | Cédric Charron

Em “Attends, attends, attends… (pour mon père)”, o filho tem uma troca imaginária de pensamentos com o seu pai. Um diálogo onde implora ao pai para esperar e ser paciente. Ele pede ao pai para se abrir e recuar até à idade do filho, voltando assim a ser criança e a preparar-se para a morte. O filho revela-se como sendo Charon (Caronte), o barqueiroque prepara o pai para a última passagem. Ele é especialista na morte e conhece-a como ninguém. Todas as noites recebe a morte e o nascimento. Todas as noites parte à procura de todos os cúmplices do espiritual, acorda os fantasmas e manda-os de volta para o céu e o inferno. Ele conhece bem o seu papel, já o desempenhou várias vezes. Pai, acompanhas-me? Para este solo, Jan Fabre inspirou-se na vida de Cédric Charron, um artista com quem trabalha de perto desde “As long as the world needs a warrior’s soul” (2000).

braga dança

  “A MÁQUINA DO TEMPO” – Companhia de Teatro de Braga

24 a 27- sala principal, às 21H30.

A 11 de Setembro de 2001, dois aviões colidiram com duas torres. Este é um facto. Isto é verdade. Porquê colidiram dois aviões com duas torres? A palavra “porquê” não tem a ver nem com a verdade nem com factos. A palavra “porquê” pertence à humanidade. O “porquê” é seguido por uma resposta e uma interpretação, respetivamente. E imediatamente o mundo é explicado. No espetáculo de Schipenko, o desconhecido aparece como um homem chamado Camões, que afirma que deveria ter tomado posse de outro avião a 11 de Setembro de 2001, mas que desistiu dessa intenção ainda sentado no avião. Um Camões de quem nunca ouvimos. O segredo de um incidente cujas causas são desconhecidas.

Autor: Alexej Schipenko | Encenação: Alexej Schipenko | Assistentes de encenação: João dias e Leon Langhoff | Elenco: António Jorge, André Laires, Carlos Feio, Frederico Bustorff, Jaime Monsanto, João Chelo, Rogério Boane, Rui Madeira, Solange Sá, Sílvia Brito e Vicente Magalhães. | Espaço cénico e figurinos: Alexej Schipenko | Ambiente sonoro: Pedro Pinto | Desenho de luz: Fred Rompante | Operador de luz: Vicente Magalhães | Criação vídeo: Pedro Alpoim | Design gráfico e fotografia: Paulo Nogueira

Duração prevista: 120 minutos

 MORADA – Av. da Liberdade, 697
4710-251 Braga

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