Pratica milenária, sobretudo em África, a mutilação genital feminina é dos actos mais cruéis e cobardes praticados pelos seres humanos. Não existe, hoje em dia, qualquer justificação para tal pratica, nem as religiões, frequentemente prometoras de certas praticas absurdas, justificam estes actos cruéis. Esta pratica só revela, o medo inconsciente (ou consciente) do homem em relação à mulher e a sua tentativa de a manter sob o seu poder a qualquer custo, o que revela em certa medida a sua inferioridade.
Evocar a “tradição” não chega…
Apelidada de tradição, a mutilação genital feminina, nas tribos ancestrais, marcava a passagem da mulher-criança ao estado de mulher-adulta.Nas sociedades longuinquas agro-pastorais, em que o homem era caçador e guerreiro e tinha de se ausentar durante semanas ou meses, encontrou uma maneira de mutilar as suas mulheres para esvanecer nelas qualquer instinto de mulheres, através do controle da sua libido e assim as controlar. Ao longo dos séculos esta tradição bárbara não conseguiu encontrar qualquer justificação. Nem as justificações religiosas, muitas vezes invocadas para a pratica de acto bárbaros teve eco. Nem a Bíblia, o Corão ao a Tora preconizam tais actos.Este rito iniciático não faz qualquer sentido e deve ser proscrito.
Das praticas bárbaras,,,

