NA CASA DA MÚSICA, PORTO, DIA 20 DE SETEMBRO, 4 PROGRAMAS À ESCOLHA

Na sala VIP, às 17H – CARDO ROXO (PORTUGAL, PORTO)

Harmos Festival

Antony Fernandes  barítonosäckpipaflauta de harmónicos

Carmina Repas Gonçalves sopranoviola da gamba

cm 20.9

HARMOS é um conceito único em todo o espaço europeu que reúne, através de eventos ao longo do ano, os melhores artistas das mais conceituadas escolas de artes do Mundo. Das suas atividades-chave, destacam-se o HARMOS Classicale o HARMOS Plural, dois festivais marcados pelas suas qualidades artísticas, performativas e culturais. O primeiro, dedicado à música de câmara – com eventos na Casa da Música e nas Cidades HARMOS e o segundo, com enfoque nas criações multi- e interdisciplinares, nas músicas do mundo, jazz, electrónica e pop/rock, quer em formato de concerto – em sala ou ao ar livre – quer através de instalações nos mais diversificados espaços – da rua às salas de exposições.

Detentor do selo EFFE (Europe for Festivals, Festivals for Europe, sob a égide da Comissão Europeia e da Associação Europeia de Festivais), tem sido reconhecido como um festival de referência nacional e internacionalmente e apoiado por um conjunto importante de parceiros dos quais destacamos a Secretaria de Estado da Cultura através da Direcção Geral das Artes. O HARMOS é organizado pela Escola Superior de Música, Artes e Espetáculo do Politécnico do Porto e conta com a colaboração de uma vasta rede de Instituições de Ensino Superior Artístico em todo o Mundo.

O evento de encerramento do HARMOS Plural 2015 será um momento especial com vários dos agrupamentos participantes em destaque e a ocupar vários espaços da Casa da Música num ambiente de proximidade e partilha com o público.

Às 20H, BIRTHDAY PRESENT (REINO UNIDO, BIRMINGHAM)

Harmos Festival

James Alexandropoulos-McEwan guitarra eléctrica

Patrick Ellis trompete

Sam Leith Taylor saxofone

Paul Zaba acordeão

 HARMOS é um conceito único em todo o espaço europeu que reúne, através de eventos ao longo do ano, os melhores artistas das mais conceituadas escolas de artes do Mundo. Das suas atividades-chave, destacam-se o HARMOS Classicale o HARMOS Plural, dois festivais marcados pelas suas qualidades artísticas, performativas e culturais. O primeiro, dedicado à música de câmara – com eventos na Casa da Música e nas Cidades HARMOS e o segundo, com enfoque nas criações multi- e interdisciplinares, nas músicas do mundo, jazz, electrónica e pop/rock, quer em formato de concerto – em sala ou ao ar livre – quer através de instalações nos mais diversificados espaços – da rua às salas de exposições.

Detentor do selo EFFE (Europe for Festivals, Festivals for Europe, sob a égide da Comissão Europeia e da Associação Europeia de Festivais), tem sido reconhecido como um festival de referência nacional e internacionalmente e apoiado por um conjunto importante de parceiros dos quais destacamos a Secretaria de Estado da Cultura através da Direcção Geral das Artes. O HARMOS é organizado pela Escola Superior de Música, Artes e Espetáculo do Politécnico do Porto e conta com a colaboração de uma vasta rede de Instituições de Ensino Superior Artístico em todo o Mundo.

O evento de encerramento do HARMOS Plural 2015 será um momento especial com vários dos agrupamentos participantes em destaque e a ocupar vários espaços da Casa da Música num ambiente de proximidade e partilha com o público. Muita e boa música a não perder!

Na sala 2, às 18H, MEROPE | HST | KOEN SMITS QUINTET

José Mendonça Quinteto | kons.wien.jazztet – Harmos Festival

Na sala Suggia, às 12H – O URSO

Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música

Joseph Swensen direcção musical

Concerto comentado por Mário Azevedo

Programa:

Richard Wagner Idílio de Siegfried

Franz Joseph Haydn Sinfonia nº 82 em Dó maior, “O urso”

“Dorme, bebé, dorme/ No jardim há dois carneiros/ Um é negro e o outro é branco/ Se o bebé não dormir…” Estes versos acompanham os rascunhos da canção de embalar que Wagner incluiu em Idílio de Siegfried, partitura que detém temas de célebres personagens de ópera com o nome dos seus filhos.

Os espectáculos com ursos, nos quais os animais dançavam ao som de marchas, eram um entretenimento popular dos circos de rua no século XVIII e XIX. No último andamento da Sinfonia nº 82 de Haydn somos transportados para esse mundo sonoro.

Com os comentários de Mário Azevedo partimos à descoberta do ambiente familiar de Wagner e da música que põe os ursos a dançar.

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