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«De quem foste aluno? Com quem aprendeste? Sempre direi, logo, sem precisar de pensar e com enorme alegria: Mário Dionísio. […] Àquelas palavras, àquela língua passou logo a juntar-se uma maneira de aprender, de estarmos todos na aula: combinar como se escreve o caderno, ouvir um disco com uma história, cantar uma cantiga, desenhar para saber os nomes das coisas, criar cumplicidades. Construímos uma maneira de trabalhar.» Luis Miguel Cintra «Ensinar, para Mário Dionísio, era um acto de cidadania. Num país pobre e ignorante, ensinar – e no ensino público – era uma tarefa inadiável. Porque ensinar é ensinar a pensar com propriedade. Porque as raízes do fascismo também estavam na ignorância e na impropriedade.» Jorge Silva Melo «Às vezes, punha-se a reflectir em voz alta, e interrogava-se, sobre um problema pensado na véspera, como se os nossos quinze anos fossem merecedores disso.» Mário de Carvalho |
«Este livro é para si, meu amigo. Foi escrito a pensar em todas aquelas pessoas que gostariam de estudar e de aprender mas que não tiveram ocasião para isso. O meu amigo é um deles.»
Vamos descobrir respostas simples a perguntas que (quase) nunca nos fizemos, a partir do livro Física no dia-a-dia de Rómulo de Carvalho, com Lara Afonso, Rubina Oliveira e Susana Baeta. Para todos a partir dos 8 anos. |
Ao fim da tarde, pelas 18h30, vamos continuar a leitura comentada, com projecção de imagens, da 2ª parte, «Prestigio e fim duma ilusão», de A Paleta e o Mundo de Mário Dionísio: «Os sortilégios da luz» por Pedro Rodrigues.
Mais tarde, às 21h30, inserido no ciclo «Escola, para que te quero?», projectamos Manhã submersa (1980, 127’) de Lauro António, que apresenta o filme. |
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