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«Não me digam disparates, que eu trepo pelas paredes acima!» Maria Letícia Clemente da Silva formou-se em Filologia Clássica em 1937 e foi toda a vida professora. Começou a dar aulas em Santarém, mas sobretudo trabalhou em liceus de Lisboa: no Camões, onde também foi aluna, no Pedro Nunes, no D. Filipa de Lencastre, no Rainha D. Leonor. Também deu aulas no ensino particular, quando foi expulsa do ensino, durante oito longos anos, até mudar o ministro e ser re-admitida. Mais tarde veio a saber a razão do seu afastamento: assinara as listas para a constituição do Movimento de Unidade Democrática, em 1945. Em casa, deu muitas explicações. Para além da prática, pensou também o ensino, manteve no jornal A Capital, com Maria Emília Dinis, a secção «Consultório Escolar», foi autora, com Eduarda Dionísio, de livros para o ensino do português, integrou a Comissão de Estudo da Reforma Educativa e a Comissão dos Textos de Apoio, que se formaram no pós-25 de Abril. Nesta sessão vamos lembrar o percurso de Maria Letícia Clemente da Silva, ouvir alguns dos seus alunos e colegas, e provavelmente, como tem acontecido nas outras sessões deste ciclo, acabar a falar das escolas hoje. |
Em reconhecimento da obra de Rui–Mário Gonçalves: Primeiro Olhar – Programa Integrado de Artes Visuais.
Esta oficina homenageia o trabalho desenvolvido por Rui-Mário Gonçalves, conjuntamente com João Pedro Fróis e Elisa Marques, a partir das obras patentes no Museu Gulbenkian e no Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão. Trata-se um caderno para uso de professores cujo objectivo é dar a conhecer um programa de desenvolvimento estético com sugestão de percursos de exploração das obras arte aí expostas. Na altura o projecto envolveu crianças de meios socialmente desfavorecidos. A oficina «Primeiro Olhar», que nos propomos realizar no Centro Mário Dionísio, inspira-se neste programa. Vamos descobrir os quadros de Mário Dionísio guiados pelos caminhos idealizados por Rui Mário Gonçalves, grande Amigo de Mário Dionísio e da Casa da Achada, onde, de acordo com o pensamento de Mário Dionísio se quer partilhar a ideia de que é pela Educação e cultura em artes se pode mudar o rumo de muitas vidas. Para todos a partir dos 5 anos. |
Ao fim da tarde, pelas 18h30, vamos continuar a leitura comentada, com projecção de imagens, da 2ª parte, «Prestigio e fim duma ilusão», de A Paleta e o Mundo de Mário Dionísio: «Como o pássaro canta» lido por Inês Dourado.
Mais tarde, às 21h30, inserido no ciclo «Escola, para que te quero?», projectamos o filme O jovem Törless (1966, 90’) de Volker Schlöndorff. Apresentação por João Barrento. |
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