APE – PEDIDO DE DIVULGAÇÃO – APRESENTAÇÃO de “NA FRONTEIRA DO TEMPO”, de GIL VALÉRIO BRANCO – 27 de DEZEMBRO, pelas 16.15, no café A BRASILEIRA, em BRAGA.

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PEDIDO DE DIVULGAÇÃO

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Texto Convite do escritor Gil Valério Branco

Na Fronteira do tempo

Pedido de divulgação APE

O aprendiz de escritor Gil Valério Branco, associado APE número 1211, apresenta o seu terceiro romance: NA FRONTEIRA DO TEMPO, no Centro Cultural da vila de Fronteira, dia 03 de Janeiro de 2016 pelas 17:15 horas, e no Café A Brasileira, no centro histórico da cidade de Braga, dia 27 de Dezembro de 2015 pelas 16:15 horas.

É uma pequena pré-edição, exclusiva e numerada, destinada aos amantes das possibilidades impossíveis, e essencialmente aos magos do amor…

 

– Sinopse:

Na Fronteira Do Tempo é uma história real, ancorada numa mulher múltipla e desmultiplicada, numa mensagem, numa munição, numa musa, num irmão insuspeito, num certo quadro incerto, numa promessa, numa Menina… na Alma… com narração vivida na primeira pessoa, cheia de uma profusão dialética mas sincopada de sentidos enigmáticos.

Com este tratado de amor impossível, o autor descose-nos a alma do corpo num gesto, num rasgo do criador de palavras e de tempo e confronta-nos com os deslimites de quase todas as probabilidades, em quase todos os caminhos.

Gil Valério Branco esventra-nos o ser devagar, para nos levar pela mão do pintor de sonhos a um lugar secreto, um Viridário para dois, que há dentro de nós e que, por natureza, nos está vedado por causa das certezas que julgamos ter.

De Fronteira a Heligolândia, de Bratislava a Trakai, havemos de lhe seguir os passos numa viagem longa, esquiva e extemporânea, onde nunca jamais deixou de chover saudade, num livro que mescla a musicalidade da psicologia evolucionista com outra engenharia física e relações internacionais, para justificar uma aparição florescente, vinda das sementes das sombras do poder: a nova ordem mental “OSA”.

Na Fronteira Do Tempo revela-nos paulatinamente um Deus interior, um outro eu, uma similaridade perfeita e eneagramática, a dicotomia decadente da terra e do céu, um imenso abraço, e um espaço sem espaço, onde só chega quem somente parte de si, na trilha magmática e sanguínea do absolutamente intemporal e invisível.

 

– Biografia do autor:

Gil Valério Branco foi dado à luz em Portugal, no dia 20 de Janeiro de 1975, na cidade de Portalegre, como um dos primeiros filhos legítimos da noite da nova liberdade.

Nasce portador de glaucoma congénito.

Criado no seio de uma família muito pobre, de camponeses sem grandes respostas para os seus maiores porquês, cresce a pintar aguarelas e a acreditar que a Lua, local onde só haveria não mais do que silvas, lhe seria acessível, através das escadas mágicas escondidas no baú imaginário do bisavô materno, homem místico que aprendera a ler de per si.

Os montes velhos das cercanias de Fronteira, vila singela do Norte Alentejano, e as ruas frias e melancólicas de Londres, plenas de um nevoeiro escuro e alaranjado, são o chão de quem procura mais olhos para ler as rotas dos olhos estelares que teimam em perder o brilho exterior.

Os tons pastéis e as espigas das primaveras arrebatam-lhe o olhar de menino e inspiram-no, nos improvisos reverberados dos pianos encantados que fazem sonhar em roxo, com sabor ao fogo gentílico das emoções e cheiro ao suor da pele destilada.

Com treze anos, numa mesa de operações, fica praticamente cego e vê-se obrigado a trocar a idealidade da tinta dos pincéis pelas cores vibrantes das palavras mais sensuais e iridescentes, despidas e seminuas.

O que nos acontece é o melhor que nos pode acontecer. Este é o seu lema de vida que demonstra a cada dia, mesmo no plano desataviado da simplicidade.

Diz que viver é a arte do encontrar, e dá-se às miragens e ao mar profundo que há em cada timbre cereja, em cada promessa de lábios angélicos.

Diploma-se em relações internacionais na Universidade do Minho, estuda marketing, mas especializa-se em tecnologia de design humano, nomeadamente na condicionação frequencial, uma técnica natural de cura do corpo, baseada na hipnosia transversal da mente.

Casa, em 2003, com Sandra Oliveira, uma psicóloga vimaranense, por quem se quer apaixonado, perdidamente, por causa do que se não explica e só o Coração que bate e rebate a vermelho lume é capaz de ver…

Hoje, com a mulher, após três filhos, ajuda casais a realizar o sonho de serem pais.

Edita em 2005 A Ordem Dos 9 Desconhecidos; em 2008, Neva No Inferno e, desta vez, Na Fronteira Do Tempo, um romance autobiográfico, quase violácea, vivido no prumo da ciência do impossível.

Gil Valério Branco é um aprendiz de escritor que tem na literatura uma secreta e privada amante com quem Devaneia morrer. É ultra-romântico, exclusivamente rebelde e busca-se, a si próprio e aos outros, num universo alternativo e intemporal, isento das formatações patológicas e crónicas que nos expropriam a genialidade.

É, nas suas próprias palavras, um pastor de estrelas fulgentes, um alquimista da felicidade…

Na Fronteira Do Tempo é a volta ao Sonho primogénito que se Partilha!! Cindamo-la… e Dividamo-lo…

 

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