UNIVERSIDADE DO ALGARVE QUER IMORTALIZAR ROMANCEIRO PORTUGUÊS

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Foi no passado dia 20 de Fevereiro que foi divulgado o projecto “Romanceiro.pt.”, uma iniciativa de investigadores da Universidade do Algarve com a ajuda da Fundação Gulbenkian. Criaram uma plataforma digital que reúne milhares de documentos que estavam em risco de preservação, com objectivo de que o romanceiro português não se apague.

O Romanceiro Português vai ficar disponível numa plataforma digital, onde estudiosos de todo o mundo podem aceder a mais de 14 mil documentos escritos e orais que fazem parte do património imaterial de um povo.

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Este património oral e escrito compreende 660 horas de gravação, e acolhe mais de 10 mil versões de romances publicadas entre 1828 até aos nossos dias. O arquivo está patente na Fundação Manuel Viegas Guerreiro, em Querença, concelho de Loulé.

São histórias, poemas tradicionais, que circulam desde os finais da Idade Média na memória dos povos de expressão portuguesa, galega, catalã e castelhana, difundindo-se oralmente de geração em geração.

A título de exemplo, a “Nau Catrineta”, um clássico do Romanceiro Português, tem mais de 200 versões.

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