Actividades no Hot Clube de 22 a 26 de Março 2016

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Hot Clube – Praça da Alegria 48

Dia 22 de Março

Big Band Estarrejazz

jazz

20 músicos sob a Direcção de Pedro Moreira.

A Big Band Estarrejazz

“(…) A Big Band Estarrejazz procura firmar-se na divulgação e desenvolvimento da música de jazz, apostar na formação de jovens músicos da região, mas essencialmente dotar o concelho de Estarreja de uma orquestra de jazz jovem com qualidade profissional. É nesse sentido que temos vindo a desenvolver o nosso trabalho, de forma séria e consistente, mas sobretudo com muita paixão e dedicação.”

Pedro Moreira (Diretor Artístico e Pedagógico da Big Band Estarrejazz)

A Big Band Estarrejazz formou-se em 2012, no âmbito da Masterclass que decorreu durante o festival. Esta nova formação com a marca Estarrejazz concretiza o passo seguinte dado pelo festival dentro da vertente formativa. Pedro Moreira é o diretor artístico e pedagógico da Big Band Estarrejazz e João Mortágua dá assistência aos ensaios semanais desta orquestra de jazz.

Composta por jovens músicos, maioritariamente do concelho de Estarreja e de toda a Região de Aveiro, a Big Band Estarrejazz revela ser, por um lado, uma extensão do festival Estarrejazz (levando-o a percorrer o país), mas também potencia um dos recursos característicos da região onde se insere: a formação de músicos, provenientes de bandas filarmónicas e academias de música.

O concerto de estreia aconteceu a 2 de novembro de 2013, durante a 8ª edição do Estarrejazz. Standards do jazz como “A Foggy Day”, “They Can’t Take That Away From Me” e ainda temas de compositores como Stan Kenton, Duke Ellington, Count Basie e também Sammy Nestico compuseram o alinhamento do concerto.

Depois de ganhar uma identidade própria e respiração de conjunto, a Big Band Estarrejazz passou para uma segunda fase de trabalho, com a inclusão de peças contemporâneas e de compositores portugueses.

O percurso da Big Band Estarrejazz começa então a cruzar caminho com nomes fundamentais do jazz. A jovem orquestra tem contracenado com grandes figuras do jazz nacional, como Marta Hugon, Maria João, Mário Laginha e Carlos Azevedo.

Pelo seu próprio pé, a orquestra que carrega o nome de Estarreja estreou-se na divulgação do jazz pelo país e acrescentou mais um degrau ao festival Quebra Jazz. A noite de 4 de setembro de 2015, em Coimbra, mereceu destaque mediático e somou mais um ponto importante ao currículo desta jovem orquestra, que comprova que a nova geração está a devolver ao jazz todo o seu sabor.

[Big Band Estarrejazz]

Andreia Santos | Trombone

Carlos Garrote | Contrabaixo

Diogo Duque | Trompete

Diogo Lopes | Guitarra

Domingos da Luz Henriquez | Saxofone Tenor

Hugo Oliveira e Silva | Trompete

João Pereira | Trompete

João Dias | Trompete

João Ramos | Trompete

José Sampaio | Bateria

Margarida da Luz Henriquez | Saxofone Tenor

Miguel Ângelo Valente | Saxofone

Pedro Castro Silva | Saxofone

Ricardo Antão | Trombone

Ricardo Rosas | Saxofone Alto

Ricardo Neves | Trombone

Rogério Francisco | Vibrafone

Rui Bandeira | Trombone

Tiago Oliveira e Silva | Saxofone

Tiago Couto da Silva | Saxofone Tenor

Tomás Rafael Marques | Saxofone Alto e Soprano

Xavier | Trombone

João Mortágua | Saxofone Alto e Soprano e assistência aos ensaios

Pedro Moreira | direção musical

Paulo Bandeira | coordenação

Pedro Moreira desenvolve a sua atividade como saxofonista, compositor, maestro, arranjador e docente. Para além de liderar o seu próprio grupo, colabora com várias formações, compõe em estilos como jazz, big band, música de câmara e orquestra, e colabora frequentemente como arranjador e diretor musical em várias áreas. Faz igualmente direção de orquestra em diversos contextos, nas áreas de jazz e música erudita. Tem um Bachelor of Fine Arts em Jazz e música contemporânea, pela New School University e um Master of Music em composição, pelo Mannes College of Music, ambas de Nova Iorque, para além do curso de Formação Musical do Conservatório Nacional de Lisboa.

Concerto a partir das 22h30 (2º set às 00h). Entrada Livre.

Dia 23 de Março

Jam session com Diogo Duque

diogo duque

As jam sessions de 4ª feira contam com um músico convidado que lidera a sessão durante um mês. Em Março teremos como convidado o trompetista Diogo Duque.

A sessão começa às 22h30, com um set do grupo residente, passando depois para jam aberta aos músicos que queiram participar. Entrada livre.

Diogo Duque nasceu em 1989 em Bragança vivendo numa aldeia do distrito chamada Felgar até aos 20 anos. Inicia a sua formação musical na Banda Filarmónica local com 10 anos.

Os primeiros contactos com o jazz surgem por influência da mãe, que possuía alguma discografia sobre o género e lhe oferece aos 12 anos os seus primeiros álbuns: “Kind of Blue” de Miles Davis e “Afro-Cuban Jazz Moods” de Dizzy Gillespie.

Em 2004, com 15 anos, ingressa na ESPROARTE – Escola Profissional de Música de Mirandela, onde faz o curso profissional de instrumentos de sopro e percussão (trompete), na classe de trompete do professor Maciel Matos, concluído em 2009.

Em setembro do mesmo ano é admitido na Escola Superior de Música de Lisboa, onde inicia a sua formação em jazz. Desde então tem estudado com os professores: Pedro Moreira, João Moreira, Gonçalo Marques, Hugo Alves, Oscar Graça, Bernardo Moreira, Afonso Pais, Nelson Cascais e Lars Arens.

Participou em workshops com: Dave Holland,Ohmad Talmor, Dan Weiss e San Fransisco Jazz Collective e de trompete com Kevin Waldron, Steve Mason, Sérgio Pacheco, John Aigi Hurn, Jason Palmer.

Neste momento está com o último ano da licenciatura de música congelado dado o volume de concertos, na variante de jazz na Escola Superior de Música de Lisboa. É parte integrante de um projecto de fusão chamado Zorra, de um grupo de jazz de homenagem ao contrabaixista Charles Mingus, The Mingus Project sob a liderança de Nelson Cascais, toca também no grupo do contrabaixista João Hasselberg e em Jazzafari Unit.

Colaborou com o pianista Norte-Americano Jacob Sacks na festa do jazz de jazz do S.Luiz em 2014.”

Como freelancer tem tocado com projectos como os de Tito Paris, Carlos do Carmo (com big band), Fernando Tordo, Fernando Pereira, Don Kikas, What the Funk, Madjezz, João Oliveira (Kutunoka Project),  Marta Hugon, Joel Silva, Havana Way de Victor Zamora, e em diversas formações de Jazz.  Colabora várias vezes com o Septeto do Hot Clube de Portugal liderado por Bruno Santos. Tem trabalhado na área da música soul, pop, hip hop e Canção com artistas como Áurea, Boss AC, Valete, Mallu Magalhães (CCB e Casa da Música), MIMICAT , João Pires, e The Black Mamba.

Entre estas colaborações tocou em diversos festivais incluindo o festival de jazz do Valado dos Frades, Festa do Avante, Seixal Jazz, Macau Jazz Fest, festival de música do Crato, Festa do jazz no S.Luiz, festival da Baía das Gatas (cabo verde), festival Raízes (Funchal), entre outros.

DISCOGRAFIA

Evolução da Forma – Nelson Cascais Decateto – 2013(sintoma records)

Whatever it is you’re seeking, won’t come in the form you’re expecting – João Hasselberg – 2013(sintoma records)

Nós Cegos – Zorra – 2014

Jazzafari Untit – Jazzafari Unit – 2014

Geyser – Joel Silva – 2014(sintoma records)

Truth has to be given in riddles – João Hasselberg -2014  (sintoma records)

Hate Song (single) – Marta Hugon – 2014

Feeling – HMB – 2014

João Pires – Lisboando – 2015

Dias 24 a 26 de Março

Pedro Moreira Quarteto

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Pedro Moreira – saxofone tenor; André Fernandes – guitarra; António Quintino – contrabaixo; João Pereira – bateria.

Pedro Moreira Quarteto apresenta um projecto com temas da sua autoria, alguns inéditos, outros revistos e aumentados. O repertório, de carácter mais experimental, permite uma abordagem contemporânea e arrojada do ponto de vista da improvisação, eliminando barreiras ao nível da forma, harmonia e outros aspectos composicionais. O grupo é constituído por alguns dos músicos mais criativos do jazz nacional, juntando várias influências e personalidades musicais. Colaboradores regulares em vários outros projectos, apresentam-se aqui pela primeira vez nesta configuração.

Pedro Moreira

Saxofonista, compositor, maestro e docente universitário, tem uma licenciatura em jazz pela New School University e um mestrado em composição pelo Mannes College of Music, de Nova Iorque. Actuou com o seu grupo, ou em colaboração com outros, em várias salas e festivais portugueses, assim como em vários países, na Europa, América e África. Foi director da Escola Superior de Música de Lisboa de 2011 a 2015, onde coordenou desde 2008 a variante de jazz da licenciatura em Música.

Foi director da Escola Luíz Villas-Boas e maestro da Big Band do Hot Clube de Portugal. Dirigiu a Orquestra Sinfónica Portuguesa, Orquestra Metropolitana de Lisboa, Orquestrutópica, Orquestra do Algarve, Orquestra Angrajazz e conta com peças suas tocadas por vários grupos de jazz e de música erudita como Orquestra de Jazz de Matosinhos, Apollo Saxophone Quartet, Grupo de Música Contemporânea de Lisboa, Drumming e  Orquestrutópica.

Escreveu música para as peças de teatro “Quando o Inverno Chegar”, “Mega Tarts”, no Teatro São Luiz, “De Homem Para Homem”, na Cornucópia, “Two Maybe More” no Teatro Maria Matos, e “Como Queiram”, no Teatro São Luiz/Teatro Nacional São João. Estreou recentemente uma instalação sonora para “Antes e Depois”, uma escultura de Miguel Ângelo Rocha no Centro de Arte Moderna da Fundação Gulbenkian.

Como pedagogo e divulgador realizou inúmeras conferências, workshops, concertos comentados e masterclasses em várias locais e instituições.

Concerto a partir das 22h30 (2º set às 00h). 7,5 € para não sócios, entrada gratuita para sócios.

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