“Um dia Itabira vai se chamar CDA. Aí, quando o trem estiver chegando à estação, o condutor gritará: ´CDA, CDA, cinco minutos pro café!´. É o Nobel Ferroviário”. Graça Aranha: “Nome de Avenida. Nada a ver com literatura”. Ronald de Caravalho: “Nome de rua. Suplente de Graça Aranha”. Fernando Pessoa: “Um chato em e com inumeráveis pseudônimos”. Essas são apenas algumas das inúmeras tiradas do escritor Rosário Fusco na bombástica entrevista que eu e o poeta Joaquim Branco fizemos com ele pro Pasquim, publicada há exatos 40 anos (19 de março de 1976).
A partir desta semana, republico a longa entrevista, dividida em sete crônicas.