LANÇAMENTO DO LIVRO “ÍNDIAS – VASCO DA GAMA, O HERÓI IMPERFEITO”, DIA 10 DE ABRIL, ÀS 16H NO TRIBUNAL JUDICIAL DA COVILHÃ

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A sala de audiências do Tribunal da Covilhã, no próximo dia 10 de Abril, domingo, às 16H, abre as portas a um programa diferente do habitual: o lançamento da segunda edição do “Prémio Literário António Alçada Baptista / Cidade da Covilhã”.

A partir das 16:00 horas, o vencedor da edição anterior, João Morgado, lançará a sua obra “Índias – Vasco da Gama, o herói imperfeito da história de Portugal”, seguida da recriação histórica “O Julgamento de Gama”.

O “Prémio Literário António Alçada Baptista / Cidade da Covilhã” é instituído bienalmente pelo Município da Covilhã e destina-se a galardoar um autor português, ou de país de língua oficial portuguesa, a melhor obra no género de ficção narrativa, nas categorias de romance, novela e/ou conto. Visa ainda estimular a criação literária, em especial, o aparecimento de novos autores, anuncia o comunicado enviado ao Diário Digital Castelo Branco.

Este prémio constitui-se como uma homenagem ao escritor António Alçada Baptista, nascido na Covilhã a 29 de Janeiro de 1927 e falecido em dezembro de 2008.

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Sobre o livro VASCO DA GAMA, o Herói Imperfeito da História de Portugal:

Pêro da Covilhã rumou às Índias por terra, mas não regressou. Vasco da Gama chegou até lá por mar e regressou para receber todas as mordomias. D. Manuel I determinou que este seria então o capitão-mor de todas as armadas que partissem do reino em direcção às Índias.

Porém, logo na primeira armada, a maior, a mais lustrosa, o seu nome foi afastado e a glória coube a Pedro Álvares Cabral. Porquê?

Porque era odiado pela Igreja, pelos nobres, pelos comerciantes, pela Ordem Militar da Cruz de Cristo e pela Ordem de Santiago? Porque era odiado por todos e tinha a admiração de D. Manuel I?

Para encontrar a resposta que os livros de história esqueceram, vamos revisitar a vida de Vasco da Gama, a sua personalidade, as suas relações, os seus ódios e a sua ligação ao rei D. Manuel I.

É sabido que a história dos homens e dos povos é pó solto em vendaval, leva por isso muita reviravolta. Como pôde um homem tão cruel ser endeusado por Camões n`Os Lusíadas e ganhar o estatuto de figura cimeira dos Descobrimentos Portugueses?

Sobre João Morgado:

João Morgado nasceu em 1965, em Aldeia do Carvalho, Covilhã.
Poeta e romancista, é formado em Comunicação pela Universidade da Beira Interior e tem um mestrado em Estudos Europeus na Universidade de Salamanca, Espanha, e uma pós-graduação em Marketing Político pela Universidade Independente / Universidade de Madrid. É membro do Centro de Investigação Professor Doutor Joaquim Veríssimo Serrão.
Trabalhou como jornalista e, para além da imprensa regional, escreveu no diário “Público” e semanário “Sol”. Atualmente é consultor de comunicação nos meios empresariais e políticos.
Na literatura afirmou-se com dois romances: Diário dos Infiéis e Diário dos Imperfeitos. Estas duas obras foram adaptadas ao teatro pela ASTA – Associação de Teatro e outras Artes.
Na sua incursão pelo romance histórico, lançou na Clube do Autor a obra Vera Cruz, sobre a vida desconhecida de Pedro Álvares Cabral, e um polémico romance biográfico de Vasco da Gama, Índias. Escreve ainda crónicas, contos (“O Pássaro dos Segredos” e “Meio-Rico”, entre outros), poesia e Cabralito, uma versão ilustrada para crianças sobre a vida de Pedro Álvares Cabral. Colabora com jornais e é coordenador do DIÁSPORA – Festival Literário de Belmonte. Recebeu os seguintes prémios literários: Prémio Nacional de Literatura LIONS 2015, Prémio de Poesia Manuel Neto dos Santos 2015, Prémio Literário Fundação Dr. Luís Rainha, Correntes d’Escritas 2015, Prémio Literário Alçada Baptista 2014, 2º Prémio Concurso Literário Dr. João Isabel, 2013 e Prémio Literário Vergílio Ferreira 2012.

 

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