FALECEU EDWARD ALBEE (1928 – 2016)

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Edward Franklin Albee foi adoptado, logo nos primeiros dias de vida, por uma família abastada, proprietária de uma cadeia de teatros, e sentiu-se atraído pelo palco desde muito novo. Defrontou-se com a oposição dos pais, que preferiam para ele uma opção de vida mais convencional, fez estudos irregulares (duas expulsões) e foi viver para Nova Iorque para aprender sobre teatro, exercendo entretanto profissões diversas para sobreviver. A sua primeira peça, The Zoo Story (1958),  terá sido escrita no seu local de trabalho da altura, a Western Union, e foi estreada em Berlim. Escreveu ao longo de mais de cinquenta anos cerca de trinta peças, que foram levadas à cena. A mais famosa terá sido Who’s Afraid of Virginia Woolf? (1962), um drama sobre a relação destrutiva de um casal, que mereceu o Tony Award, e viu recusado o Prémio Pulitzer, num processo polémico. Mike Nichols levou esta peça ao cinema, em 1966, com Elizabeth Taylor e Richard Burton, numa adaptação que ficou famosa.

Edward Albee é geralmente considerado como o autor americano mais proeminente do teatro absurdo, nas pégadas de Samuel Beckett, Ionesco, Pirandello, Genet e outros, pela maneira magistral como apresenta as reacções dos seres humanos perante a dureza e as angústias do relacionamento humano e da vida em geral. Ganhou três vezes o Prémio Pulitzer, com A Delicate Balance (1967), Seascape (1975) e Three Tall Women (1994). Enveredou pelo teatro experimental em Box-Mao-Box (1968). É geralmente reconhecido como um dos responsáveis pelo ressurgimento do teatro norte-americano após a Segunda Guerra Mundial, sendo também reconhecido pelo seu trabalho no apoio aos dramaturgos jovens.

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