Meu Caríssimo Carlos Loures;
Lamento não conhecer esta tua obra. Mais uma vez subiste na velha admiração que tenho o prazer de dedicar-te. Abração amigo do CLV
Obrigado Leça da Veiga, Lamento não te poder oferecer um exemplar de A VOZ E O SANGUE – apenas tenho o meu exemplar. O que pretendo demonstrar com a minha poesia em castelhano é que, de modo algum nutro animosidade contra os castelhanos – foi com gosto que dediquei muito tempo ao estudo do idioma e considero que no século XX (sem esquecer génios como Hemingway, Malraux ou Thomas Mann, a literatura em castelhano, sobretudo a latino-americana, O «realismo maravilhoso» não encontra paralelo, nem no norte do continente, nem na Europa. Os castelhanos, um por um, são gente maravilhosa – em grupo são insuportáveis, pois logo os assalta a tentação de aculturar. Em todo o caso, muitos dos «espanhóis» mais detestáveis não são castelhanos – lembremos o galego Franco e o galego Rajoy. Em suma (e parece que aqui temos ujm pequeno desacordo), Espanha existe – deve é ser reduzida à sua verdadeira dimensão. Abraço do CL.
E a sua dimensão só pode ser a de Castela, a quem os castelhanos podem chamar o que quiserem mas, de facto e de direito, nada pode autorizá-los a forçar outras Nacionalidades a terem de mudar as suas designações legítimas. Isso só pode e deve chamar-se colonialismo, do mais puro Se Portugal – e muito bem – não podia ter colónias que razão haverá para Castela possui-las.CLV
Meu Caríssimo Carlos Loures;
Lamento não conhecer esta tua obra. Mais uma vez subiste na velha admiração que tenho o prazer de dedicar-te. Abração amigo do CLV
Obrigado Leça da Veiga, Lamento não te poder oferecer um exemplar de A VOZ E O SANGUE – apenas tenho o meu exemplar. O que pretendo demonstrar com a minha poesia em castelhano é que, de modo algum nutro animosidade contra os castelhanos – foi com gosto que dediquei muito tempo ao estudo do idioma e considero que no século XX (sem esquecer génios como Hemingway, Malraux ou Thomas Mann, a literatura em castelhano, sobretudo a latino-americana, O «realismo maravilhoso» não encontra paralelo, nem no norte do continente, nem na Europa. Os castelhanos, um por um, são gente maravilhosa – em grupo são insuportáveis, pois logo os assalta a tentação de aculturar. Em todo o caso, muitos dos «espanhóis» mais detestáveis não são castelhanos – lembremos o galego Franco e o galego Rajoy. Em suma (e parece que aqui temos ujm pequeno desacordo), Espanha existe – deve é ser reduzida à sua verdadeira dimensão. Abraço do CL.
E a sua dimensão só pode ser a de Castela, a quem os castelhanos podem chamar o que quiserem mas, de facto e de direito, nada pode autorizá-los a forçar outras Nacionalidades a terem de mudar as suas designações legítimas. Isso só pode e deve chamar-se colonialismo, do mais puro Se Portugal – e muito bem – não podia ter colónias que razão haverá para Castela possui-las.CLV