Posts Tagged: carlos loures

EDITORIAL: O PEREGRINO, por Carlos Loures

Sobre a vinda a Fátima de um peregrino chamado Francisco que é o chefe supremo da Igreja Católica Apostólica Romana, nada tenho a dizer. O argonauta Mário de Oliveira, presbítero da referida igreja, em vídeo que ontem publicámos, diz tudo o

EDITORIAL: O PEREGRINO, por Carlos Loures

Sobre a vinda a Fátima de um peregrino chamado Francisco que é o chefe supremo da Igreja Católica Apostólica Romana, nada tenho a dizer. O argonauta Mário de Oliveira, presbítero da referida igreja, em vídeo que ontem publicámos, diz tudo o

A CANETA MÁGICA – Da utopia à realidade – por Carlos Loures

As utopias não se limitam ao universo literário. Os falanstérios, ideados pelo pensador francês Charles Fourier, que nasceu num dia 7 de Abril (o de 1772) e que portanto viveu a adolescência no ambiente agitado da Revolução de 1789,  reflectiam

A CANETA MÁGICA – Da utopia à realidade – por Carlos Loures

As utopias não se limitam ao universo literário. Os falanstérios, ideados pelo pensador francês Charles Fourier, que nasceu num dia 7 de Abril (o de 1772) e que portanto viveu a adolescência no ambiente agitado da Revolução de 1789,  reflectiam

AS GRANDES ÓPERAS ROMÂNTICAS

Amanhã, dia 2 de Abril, iniciamos a publicação de uma série dedicada à ópera. Começamos esta nova rubrica, que será colocada às 9:00, com um ciclo dedicado ao Romantismo italiano. Iniciaremos com O Barbeiro de Sevilha, de Gioacchino Rossini (1792.-1868). É

AS GRANDES ÓPERAS ROMÂNTICAS

Amanhã, dia 2 de Abril, iniciamos a publicação de uma série dedicada à ópera. Começamos esta nova rubrica, que será colocada às 9:00, com um ciclo dedicado ao Romantismo italiano. Iniciaremos com O Barbeiro de Sevilha, de Gioacchino Rossini (1792.-1868). É

O MAPA (A saga do anadel – Conclusão) – por Carlos Loures

Lisboa, Paço da Alcáçova, terça-feira, 19 de Novembro de 1487. Chegado a Lisboa e após ter ido abraçar e beijar a mãe e demais familiares, visitado Débora e se ter apresentado na alcaidaria, Lourenço, no dia seguinte, foi recebido no

O MAPA (A saga do anadel – Conclusão) – por Carlos Loures

Lisboa, Paço da Alcáçova, terça-feira, 19 de Novembro de 1487. Chegado a Lisboa e após ter ido abraçar e beijar a mãe e demais familiares, visitado Débora e se ter apresentado na alcaidaria, Lourenço, no dia seguinte, foi recebido no

O MAPA (A saga do anadel/85) – por Carlos Loures

            Lourenço olhou os amigos, que entretanto tinham despertado dos desmaios. Impedidos de comunicar de outra forma, os três homens trocaram entre si com os olhares, mudas mensagens de alento. Apesar das terríveis dores que

O MAPA (A saga do anadel/85) – por Carlos Loures

            Lourenço olhou os amigos, que entretanto tinham despertado dos desmaios. Impedidos de comunicar de outra forma, os três homens trocaram entre si com os olhares, mudas mensagens de alento. Apesar das terríveis dores que

O MAPA (A saga do anadel/84) – por Carlos Loures

Durante o desmaio, Diogo voltou aos distantes dias de Agosto de 1471, quando a grande armada, comandada por el-rei D. Afonso, o quinto desse nome, composta por 477 velas e transportando cerca de trinta mil homens, saiu do porto de

O MAPA (A saga do anadel/84) – por Carlos Loures

Durante o desmaio, Diogo voltou aos distantes dias de Agosto de 1471, quando a grande armada, comandada por el-rei D. Afonso, o quinto desse nome, composta por 477 velas e transportando cerca de trinta mil homens, saiu do porto de

EDITORIAL – «O saudoso tempo do fascismo»

  O  argonauta e querido Amigo Hélder Costa, deu a um seu livro o título que hoje pedimos emprestado para o editorial – O saudoso tempo do fascismo.  Naturalmente que neste interessante livro de memórias, Hélder Costa não manifesta saudade do

EDITORIAL – «O saudoso tempo do fascismo»

  O  argonauta e querido Amigo Hélder Costa, deu a um seu livro o título que hoje pedimos emprestado para o editorial – O saudoso tempo do fascismo.  Naturalmente que neste interessante livro de memórias, Hélder Costa não manifesta saudade do