
O rescaldo da eleição de Donald Trump como 45º presidente norte-americano continuará a ser feito durante bastante tempo. Um aspecto muito importante e que merece análise detalhada é o de a vitória de Trump ter sido obtida contra a opinião da maioria dos principais meios de comunicação social. Também foram numerosas as figuras públicas, as personagens de destaque que falaram a favor de Hillary Clinton, apesar de todas as limitações que a esta têm vindo a ser reconhecidas, batendo na tecla das limitações do seu adversário. O próprio partido republicano, pelo qual Trump se candidatou, deu sinal por várias vezes de insatisfação com o que afinal veio a vencer a eleição. Chegou-se a falar em que o elefante iria apresentar um candidato alternativo, ou mesmo retirar o apoio a Trump.
Paradoxalmente foram jornalistas e comentadores de esquerda que vieram de vir à liça para recordar as graves limitações de Hillary Clinton como candidata à presidência do país mais poderoso do mundo, e que o programa do seu adversário seria bastante mais vasto do que aquilo que os seus antagonistas quereriam dar a parecer, conseguindo uma compreensão mais completa das suas propostas, e dos perigos a que a sua aplicação poderá conduzir. Clicando no primeiro link abaixo poderão ler (ou reler) um excelente artigo de Ignacio Ramonet, que A Viagem dos Argonautas já publicou há dias. Poderão também ler o que escreve o jornalista e comentador brasileiro Luiz Eça, em Olhar o Mundo, ou no Correio da Cidadania, clicando nos links seguintes.
http://www.olharomundo.com.br/
http://www.correiocidadania.com.br/

O Sr.Trump não tem nas mãos o sangue que suja as dos ianques – democratas ou republicanos – que desde o fim da 2ªGuerra Mundial, por vontade do seu imperialismo, em todo o Mundo, só têm sabido invadir e destruir. Desde a sua Independência que as e os cidadãos norte-americanos não tinham uma atitude revolucionária. Os chamados observadores políticos deviam reparar que isso está a acontecer.CLV