

A Liberdade, a cultura, a democracia e a justiça social são as nossas paixões.


A notícia da morte de Max Altman chegou-me quinta-feira. Por correio electrónico. E socou-me violentamente. Advogado, editor, jornalista, Max Altman foi, sobretudo, um incansável lutador contra a ditadura militar e pela justiça social no Brasil. A maior parte do seu acervo doou-o à Escola Nacional Florestam Fernandes – uma escola de formação política do Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra. Tinha 79 anos e morreu vitimado por um tumor cerebral que lhe foi diagnosticado há um mês.