E não “arriscar-se-ia”. Era pelo menos esta a opinião e modo de a expressar, no dialecto do jornalista – certamente bem pago – que nos fornece noticiário e eventuais comentários, na inefável SIC Notícias de todos nós.
Foi hoje, 3ª Feira de Carnaval – ninguém leva a mal – às 15:40 horas. Talvez ainda regresse depois mais logo, é só estar atento.
Aqui para nós, eu bem sei que a cultura não interessa a ninguém, não é sequer um mal necessário. É apenas uma chatice. Uma maçada.
Uma inutilidade.
Eu bem sei que a cultura não tem nada a ver com com o nosso transversal pagode – do género “fizestes o que quisestes”, do “póssamos nós corresponder” ou então que se “for poribido”, que seja – mas e isso que interessa?
Come-se? Bebe-se? Contribui para o nosso metabolismo basal ou esperança média de vida? Que disparate.
Aliás as televisões são um bom suporte e disponibilização destes interessantes neologismos, próprios de uma sua, também ela própria, cultura.
Eu bem sei que as línguas se constroem e evoluem e que é na continuidade de uma oralidade e sonoridade, entretanto transmitidas, que ela se vai revelando, refazendo, entrando numa normalidade sonora, futura forma de articular (com acordos ortográficos ou sem eles, tanto faz, o povo é quem mais ordena, caraças, estamos fartos de o saber).
Portanto.
Tenho esperanças de que a nossa cultura, a nossa popular (e até jovem) kultura – que se vai refazendo e evoluindo, no inteligente contacto com as televisões, no uso de geniais sms’s, emails, facebooks, twitters e outras formas de cultura, ao longo do tempo – tenho esperanças que ela evolua o mais rapidamente possível para uma louvável simplificação da comunicação entre os primatas.
Que chegue mesmo e com alguma celeridade, aos grunhidos. E que evolua mais tarde e com igual rapidez para urros e murros no peito.
Um artigo de uma mordacidade atroz ,que acaba por fazer rir . Essa mordacidade conforta-me por me faltar essa arma linguística . ” Eu bem sei que a cultura não tem nada a ver com com o nosso transversal pagode – do género “fizeste*s* o que quiseste*s*”, do “*pó*ssamos nós corresponder” ou então que se “for p*or*ibido”, que seja – mas e isso que interessa?”-Estas referências ~são bem escaldantes .Ferem a audição .Pergunto a mim própria “o que a escola ensina?”ou “como se ensina actualmente em Português?”para se ouvir com a maior naturalidade por gente de “ponto em branco”?
*Obrigada Dr.pelo final do artigo:” * “tenho esperanças que ela evolua o mais rapidamente possível para uma louvável simplificação da comunicação entre os primatas. Que chegue mesmo e com alguma celeridade, aos grunhidos. E que evolua mais tarde e com igual rapidez para urros e murros no peito. Não desesperemos*:* já faltou mais.”
Um artigo de uma mordacidade atroz ,que acaba por fazer rir . Essa mordacidade conforta-me por me faltar essa arma linguística . ” Eu bem sei que a cultura não tem nada a ver com com o nosso transversal pagode – do género “fizeste*s* o que quiseste*s*”, do “*pó*ssamos nós corresponder” ou então que se “for p*or*ibido”, que seja – mas e isso que interessa?”-Estas referências ~são bem escaldantes .Ferem a audição .Pergunto a mim própria “o que a escola ensina?”ou “como se ensina actualmente em Português?”para se ouvir com a maior naturalidade por gente de “ponto em branco”?
*Obrigada Dr.pelo final do artigo:” * “tenho esperanças que ela evolua o mais rapidamente possível para uma louvável simplificação da comunicação entre os primatas. Que chegue mesmo e com alguma celeridade, aos grunhidos. E que evolua mais tarde e com igual rapidez para urros e murros no peito. Não desesperemos*:* já faltou mais.”
*Oxalá ,na verdade .*
*Maria*