ATENÇÃO!!!!
É hoje o Encontro com o intelectual e anti-salazarista Jaime Cortesão, Olympe de Gouges a feminista da Revolução Francesa, celebre pela frase “se a mulher pode subir ao cadafalso, também tem o direito de falar na Assembleia” e o ditador latino Americano Trujillo que acabou por ser abatido quando ia para a sua quinta…às vezes, acontece!
Interpretados respectivamente pelo jornalista José Rebelo, a pedagoga Maria Emília Brederode e o consultor António Marques.
Não FALTEM e avisem os amigos.
Jaime Cortesão (Ançã, Cantanhede, 29 de Abril de 1884 — Lisboa, 14 de Agosto de 1960) foi um médico, político, escritor e historiador português .Em plena Primeira Guerra Mundial defendeu a participação do país no conflito, tendo participado como voluntário do Corpo Expedicionário Português, no posto de capitão-médico. Em 1919 foi nomeado director da Biblioteca Nacional de Portugal e foi um dos fundadores da revista Seara Nova. Foi exilado em França e Brasil, regressou em 1958 colaborando na campanha de Humberto Delgado. Interpretação do jornalista José Rebelo.
Olympe de Gouges (Montauban, 7 de maio de 1748 — Paris, 3 de novembro de 1793) foi uma dramaturga, activista política, feminista e abolicionista francesa. Os escritos feministas de sua autoria alcançaram enorme sucesso. Devido aos seus escritos e atitudes pioneiras, foi guilhotinada. Olympe ficou célebre com a sua frase ” se a mulher tem o direito de subir ao cadafalso; ela deve igualmente ter o direito de subir à triibuna”. A pedagoga Maria Emília Brederode interpreta.
Rafael Trujillo Molina (San Cristóbal, 24 de outubro de 1891 — Santo Domingo, 30 de maio de 1961), foi o ditador da República Dominicana entre 1930 e 1961, quando foi assassinado. Trujillo governou a República Dominicana como se fosse sua fazenda particular. A capital do país, Santo Domingo, a mais antiga cidade das Américas, foi rebatizada de Ciudad Trujillo. Em 30 de maio de 1961, Rafael Trujillo morreu assassinado a tiros numa estrada deserta, próximo da capital Santo Domingo, encerrando trinta e um anos de sua ditadura. Interpretação do consultor António Marques.
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