Leio sempre os seus artigos e admiro sobretudo a forma frontal, corajosa e desassombrada com que escreve sobre certos assuntos. Porém, quero fazer aqui uma pequena correcção.” Mas ” – não é uma conjunção coordenativa copulativa mas sim uma conjunção coordenativa adversativa. Existe -“mas também” – como copulativa, mas sem a vírgula de permeio
Peço desculpa, mas talvez seja a preocupação pedagógica que me leva a esta observação.
E tem toda a razão. Sou um bocado antigo e já mal retomo as noções de gramática do velho liceu – embora elas certamente permaneçam no subconsciente e na memória adquirida. E lembro-me (como todos do meu tempo) da ladainha do “e, nem, não, mas também” – aqui com o “mas também” sem qualquer vírgula de permeio evidentemente, como muito bem me corrigiu.
Tenho o maior prazer e o maior respeito por esta nossa mal tratada e rica língua, mesmo com uma certa mania de neologismos da minha parte.
E agradeço sempre que alguém, amigos, etc., me corrija. Detesto dar erros, embora nem sempre os consiga evitar.
Muito obrigado pelas suas palavras.
Carlos Reis
Todos damos erros. A nossa língua é particularmente difícil, Tenho muitas dúvidas e nem sempre as consigo esclarecer como quero. Recorro a quem julgo que sabe mais do que eu e estou sempre a aprender.
A nomenclatura gramatical alterou-se muito desde os nossos tempos até hoje. Há casos em que compreendo e têm uma certa lógica, outros há que não têm justificação.
Com os meus cumprimentos. Cá vamos aprendendo uns com os outros.
Leio sempre os seus artigos e admiro sobretudo a forma frontal, corajosa e desassombrada com que escreve sobre certos assuntos. Porém, quero fazer aqui uma pequena correcção.” Mas ” – não é uma conjunção coordenativa copulativa mas sim uma conjunção coordenativa adversativa. Existe -“mas também” – como copulativa, mas sem a vírgula de permeio
Peço desculpa, mas talvez seja a preocupação pedagógica que me leva a esta observação.
E tem toda a razão. Sou um bocado antigo e já mal retomo as noções de gramática do velho liceu – embora elas certamente permaneçam no subconsciente e na memória adquirida. E lembro-me (como todos do meu tempo) da ladainha do “e, nem, não, mas também” – aqui com o “mas também” sem qualquer vírgula de permeio evidentemente, como muito bem me corrigiu.
Tenho o maior prazer e o maior respeito por esta nossa mal tratada e rica língua, mesmo com uma certa mania de neologismos da minha parte.
E agradeço sempre que alguém, amigos, etc., me corrija. Detesto dar erros, embora nem sempre os consiga evitar.
Muito obrigado pelas suas palavras.
Carlos Reis
Todos damos erros. A nossa língua é particularmente difícil, Tenho muitas dúvidas e nem sempre as consigo esclarecer como quero. Recorro a quem julgo que sabe mais do que eu e estou sempre a aprender.
A nomenclatura gramatical alterou-se muito desde os nossos tempos até hoje. Há casos em que compreendo e têm uma certa lógica, outros há que não têm justificação.
Com os meus cumprimentos. Cá vamos aprendendo uns com os outros.