
(1) A Monarquia de Habsburgo incluía os territórios governados pelo ramo austríaco da Casa de Habsburgo e depois pela Casa sucessora de Habsburgo-Lorena, entre 1745 e 1867/1918. A capital era Viena. A monarquia, de 1804 a 1867, geralmente é denominada Império Austríaco e de 1867 a 1918 Império Austro-Húngaro. A monarquia desenvolveu-se das Terras Hereditárias de Habsburgo (a maioria delas localizadas nos territórios das atuais Áustria e Eslovéna, que os Habsburgos possuíam desde 1278. A Monarquia de Habsburgo aumentou em importância na Europa em 1526, quando o arquiduque Fernando da Áustria, o irmão mais novo do Sacro Imperador Romano-Germânico Carlos V, foi eleito Rei da Boémia e Hungria após a morte de Luís II, o rei daqueles dois países, na batalha contra os turcos em Moháes. A partir dali, a Monarquia cresceu a ponto de chegar, por vezes, a governar mais da metade do território da Europa. (Fonte: Wikipedia).
(2)”No início dos anos 90, o grupo do coronel Luís Silva comprou o Jornal de Notícias e pouco depois adquiriu o Diário de Notícias, numa transação singular. O título histórico foi disputado por várias cooperativas de jornalistas, que tinham vantagem na privatização. Ganhou a proposta liderada por Alberto Rosário. No mesmo dia, o jornal foi revendido a Luís Silva e o vendedor viria a ser administrador da Lusomundo. Apoiado no crescimento do negócio dos cinemas, o grupo compra a TSF, mas falha a entrada na televisão, depois de abandonar o consórcio de investidores da SIC e de uma tentativa não concretizada para comprar a TVI.” A história é contada por Ana Suspiro, no seu livro “Portugal à venda”. A obra de Suspiro, lembra, também, que, no virar do milénio, “apesar da dívida, a Lusomundo é um alvo atraente para a Portugal Telecom, que investe 190 milhões de euros (contas de 2002) na sua aquisição. Foi um grande negócio para Luís Silva, que se torna acionista da PT e mais tarde investe em outras sociedades cotadas”. Em 2012, Luís Silva, que morreu em Março deste ano, tinha uma fortuna avaliada em 521 milhões de euros e ocupava o 10 lugar entre os mais ricos do país. Entretanto “JN” e “DN”, que mudaram sucessivamente de donos, desfizeram-se já das suas históricas sedes. A do diário portuense será em breve um hotel; e a do jornal de Lisboa é, agora, um condomínio de luxo.
(3) Joseph Pulitzer (1847-1911), nascido Pulitzer József, foi um jornalista e editor húngaro. Foi educado em escolas privadas de Budapeste. Falava fluentemente alemão, francês e húngaro. Em 1864 emigrou para os Estados Unidos. Serviu nas fileiras do exército federal durante a Guerra de Secessão. Depois trabalhou em St.Louis, no Missouri, como carregador, bagageiro e empregado de mesa enquanto estudava, Inglês e Direito e participava na política local (em 1869 foi membro da legislatura do Missouri). O seu primeiro emprego como repórter foi no Westliiche Post, um jornal alemão e, cinco anos depois, adquiriu uma parte do periódico. Com 25 anos, Pulitzer torna-se editor e, em 1874 é admitido em Washington DC, onde trabalha como correspondente para o New York Sun. Em 1878, criou em St. Louis, pela fusão de dois jornais, o Dispatch e o Evening Post, o Post-Dispatchs. Torna-se uma figura proeminente na cena jornalística. No mesmo ano casa-se com Kate Davis, uma mulher americana da alta sociedade, o que lhe confere um estatuto social mais elevado, e um maior reconhecimento entre a elite social de St. Louis. Após a mudança para Nova Iorque comprou, em 1883, o jornal The World, que que se tornou num dos jornais mais importantes da época. Pulitzer revolucionou os jornais com técnicas que alguns admiraram como um “Novo Jornalismo” e outros censuraram como “Jornalismo Amarelo”. Praticou um jornalismo rigoroso, tendo divulgado e combatido, nas páginas do seu jornal, a corrupção política – proclamando-se “um defensor do lado das pessoas e um porta-voz da democracia”, lutando ao lado dos operários por menos horas de trabalho e melhores condições de vida para os pobres, e atacando as grandes companhias e monopólios laborais. Em 1903 entregou à Universidade de Columbia a quantia de um milhão de dólares destinada à criação de uma escola de jornalismo a Columbia University Graduate School of Journalism, cuja primeira pedra foi lançada em 1912, nove meses após a sua morte. Os prémios Pulitzer são entregues desde 1917, e têm como objectivo distinguir anualmente personalidades de diferentes áreas do jornalismo e da literatura que se destacaram ao longo do ano pelo seu trabalho. O objectivo do prémio é pois “encorajar e distinguir a excelência”. (Fonte: Wikipedia).
Veja aqui o último relatório da APCT: https://www.apct.pt/analise-simples





