Gostava que alguém me explicasse como é que se pode celebrar os 80 anos da libertação dos campos de concentração dos Nazis, sem uma referência a quem os libertou, o Exército Vermelho da URSS, e pagou um preço elevado em sangue por isso?
Podemos ter a nossa opinião crítica sobre o papel da URSS no Mundo e na II Guerra Mundial, mas remover dos discursos e actos oficiais quem foram os protagonistas históricos tem um nome, revisionismo. Para os menos avisados e esclarecidos convém lembrar que não foram as forças anglo-americanas nem a NATO quem libertou os campos de extermínio dos regimes Nazi e fascista e também não foi por acaso que a capitulação do regime Nazi perante os aliados, que marca o fim da II Guerra Mundial na Europa, foi feita na sede da Administração Militar Soviética na Alemanha (em Berlim-Karlshorst).
O comportamento do beijoqueiro, que não quer destoar de outros “importantes” esquecidos a nível mundial, tem mais nomes, além de revisionismo: cobardia, hipocrisia, nojo e vómito são alguns deles, mas o nosso riquíssimo vernáculo tem abundância de outros, bem mais “sonoros” e adequados.
Faz bem Carlos Patrão em recordar a realidade dos factos. O esquecimento, a falta de memória histórica, sabemos bem como conduz à repetição dos mesmos trágicos erros.
O comportamento do beijoqueiro, que não quer destoar de outros “importantes” esquecidos a nível mundial, tem mais nomes, além de revisionismo: cobardia, hipocrisia, nojo e vómito são alguns deles, mas o nosso riquíssimo vernáculo tem abundância de outros, bem mais “sonoros” e adequados.
Faz bem Carlos Patrão em recordar a realidade dos factos. O esquecimento, a falta de memória histórica, sabemos bem como conduz à repetição dos mesmos trágicos erros.