Uma Declaração à Consciência da Humanidade
“Seis condições inegociáveis apresentadas por académicos internacionais e ex-funcionários de 30 países para pôr fim à guerra dos EUA contra o Irão, face à ameaça de crimes de guerra por parte de Trump”
A consciência da humanidade resiste ao lema «tudo para nós, nada para os outros», o credo do império predatório erguido sobre os cadáveres das nações. A rapacidade e a insolência descaradas atingiram o seu apogeu, e as ameaças de Trump ilustram o espírito depravado de uma civilização em decadência. Não devemos ser testemunhas passivas, mas arquitectos activos de um novo mundo onde a arrogância desmorona e a justiça prevalece.
Um vasto grupo transnacional de vozes proeminentes — incluindo ex-funcionários da ONU, diplomatas de carreira aposentados, ex-ministros, académicos e intelectuais, figuras políticas e ex-parlamentares, profissionais militares e de segurança, artistas, advogados, bem como jornalistas, activistas e líderes antiguerra, de 30 países — divulgou uma carta aberta criticando duramente o papel global dos Estados Unidos e apelando a uma nova ordem internacional centrada na soberania e na resistência ao que descrevem como domínio ocidental.
A maioria dos signatários é proveniente de países ocidentais, juntamente com participantes da Ásia, América Latina e África. A declaração, intitulada “Uma Declaração à Consciência da Humanidade,” foi assinada por mais de 170 signatários de países como os Estados Unidos, o Reino Unido, o Canadá, a Alemanha, a França, Portugal, Bélgica, Itália, Escócia, Irlanda, Austrália, Suíça, Países Baixos, Suécia, Sérvia, Polónia, Bósnia-Herzegovina, Lituânia, Rússia, China, Malásia, Índia, Brasil, Venezuela, Argentina, México, África do Sul, Líbano, Turquia e Irão.
Nesta carta pública baseada em factos, os autores apresentam uma crítica abrangente à política externa americana e à sua conduta histórica. A carta afirma que, durante «249 anos — abrangendo toda a sua existência desde 1776 —, os Estados Unidos construíram um historial de atrocidades próprio de uma era mais sombria e pré-civilizada», descrevendo o país como «um império predatório erigido sobre os cadáveres de nações».
Os signatários, incluindo professores actuais e antigos ligados a 52 universidades e instituições académicas em todo o mundo, acusam Washington de manter o domínio militar global através de uma presença extensiva no estrangeiro. Afirmam que os Estados Unidos operam «mais de 800 bases militares que contaminam mais de 90 países e territórios estrangeiros» e cultivaram o que os signatários chamam de «uma doutrina de predação absoluta».
A declaração condena também o envolvimento dos EUA nas grandes guerras dos séculos XX e XXI, referindo-se ao que denomina «o horror genocida do Vietname», «a aniquilação do Camboja» e o «massacre sistemático de coreanos», bem como à destruição do Iraque, da Líbia, da Síria e do Afeganistão.
Um dos pontos centrais do documento é o confronto em curso envolvendo o Irão. Estas figuras públicas argumentam que a situação actual reflecte o que descrevem como uma estratégia expansionista dos EUA destinada a dominar os recursos globais. De acordo com a declaração, o governo dos Estados Unidos é movido pelo «credo demoníaco de “tudo para nós, nada para os outros”», que, segundo eles, visa o controlo dos recursos globais, desde «o petróleo da Venezuela» até «a riqueza mineral da Gronelândia» ou «as reservas energéticas do Canadá».
Os signatários afirmam ainda que a política dos EUA está agora «fixada no Irão» porque o país possui «mais de sete por cento da riqueza mineral e energética mundial», que descrevem como «a última fronteira da pilhagem».”
O documento critica também a actual liderança americana, argumentando que o “colapso moral do Ocidente encontra a sua personificação na figura patética do Sr. Trump” e apelando ao que descrevem como o fim da “era da pilhagem”.
Para além da crítica à política dos EUA, o comunicado propõe várias exigências que os signatários consideram necessárias para pôr fim à actual guerra contra o Irão. Estas incluem garantias contra futuras agressões, o desmantelamento das instalações militares dos EUA na região, a condenação internacional formal de actos de agressão, reparações pelos danos causados pela guerra, o estabelecimento de um novo quadro jurídico para o Estreito de Ormuz, o reconhecimento da soberania do Irão e a acusação e extradição de agentes dos meios de comunicação anti-iranianos que incitaram este derramamento de sangue.
Os autores apelam também a intelectuais, académicos, instituições e organizações da sociedade civil em todo o mundo para que condenem o que é descrito como a normalização das violações do direito internacional e para que desafiem as estruturas globais que sustentam a dominação e a intervenção militar.
Em conclusão, os signatários argumentam que o momento presente representa um ponto de viragem histórico decisivo. «Estamos do lado da justiça — não como testemunhas passivas, mas como arquitectos activos de um novo mundo», afirma a carta, enfatizando que a comunidade internacional deve enfrentar o que denomina o regresso do poder predatório na política global.
Entre os signatários encontram-se cientistas e figuras proeminentes que representam uma vasta gama de conhecimentos e liderança, incluindo filósofos, economistas, historiadores, sociólogos, juristas, teólogos, islamólogos, reverendos, biólogos, médicos, músicos, cineastas, compositores, cantores, empresários, engenheiros, romancistas, teóricos, bem como um físico, um psicólogo, um antropólogo e um comediante. Esta coligação diversificada reflecte a consciência global da humanidade, unindo profissionais, académicos e defensores de múltiplas disciplinas num apelo comum contra o excepcionalismo dos EUA.
O texto integral da declaração, juntamente com a lista completa de signatários, foi divulgado publicamente em mais de dez idiomas:
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Uma Declaração à Consciência da Humanidade
Aos povos do mundo, aos pensadores, aos académicos e àqueles que acreditam na justiça:
Um espectro assombra agora a consciência da humanidade — o regresso do poder predatório — e não ficará mais sem resposta.
Durante 249 anos — abrangendo toda a sua existência desde 1776 — os Estados Unidos construíram um historial de atrocidades que pertencia a uma era mais sombria e pré-civilizada; o império predatório erguido sobre os cadáveres de nações; desde o genocídio de quase 5 milhões de povos indígenas, passando pela escravidão brutal de mais de 4 milhões de africanos, até ao linchamento de mais de 4.000 cidadãos negros sob o regime Jim Crow. Com mais de 800 bases militares a envenenar mais de 90 países e territórios estrangeiros, cultivou uma doutrina de predação absoluta. Desde o horror genocida do Vietname, com mais de 3 milhões de mortos; à aniquilação do Camboja, onde 2 milhões pereceram sob o terror apoiado pelos EUA; ao massacre sistemático de coreanos, com mais de 4 milhões de vidas coreanas extintas; à destruição do Iraque, da Líbia, da Síria e Afeganistão, onde um milhão de iraquianos e dezenas de milhares de líbios foram consumidos pelo fogo dos EUA.
No entanto, a ordem racional que governa o mundo ajudou outrora a humanidade a ultrapassar tais práticas. A humanidade tinha relegado esta barbárie para a história. Mas agora assistimos ao seu regresso. A imolação sistemática de Gaza através do apoio contínuo ao regime genocida israelita, onde mais de 77 000 civis na Palestina foram massacrados — a escala desta atrocidade revela uma verdade incontornável: a prática pré-civilizada regressou, e Washington tornou-se mais uma vez o seu executor voluntário.
Este é o credo demoníaco de “tudo para nós, nada para os outros”. Com rapacidade descarada, reivindica os recursos do mundo — seja o petróleo da Venezuela, a riqueza mineral da Gronelândia ou as reservas energéticas do Canadá — como objectos de direito estratégico. E agora, esse olhar voraz fixa-se no Irão. Porque o Irão — que possui mais de 7% da riqueza mineral e energética mundial — é visto como a última fronteira da pilhagem.
No entanto, isto já não é uma questão de economia. É uma questão de honra. O mundo testemunha que os Estados Unidos estão activamente envolvidos numa empresa criminosa denominada «Guerra do Ramadão» contra a nação iraniana. Este massacre em curso já ceifou a vida de 208 crianças inocentes. Que o mundo marque a data — 168 delas eram meninas, alunas do ensino básico da Escola Shadjareh Tayyebeh, na cidade de Minab, no Irão, extintas nas suas salas de aula pelo terror ordenado pelos EUA.
As suas manobras fúteis e desesperadas visam a chamada «mudança de regime» e a fragmentação do Irão — privando a nação da sua soberania e, assim, facilitando a pilhagem sistemática dos seus recursos. Na prossecução desta depravação extrema, os EUA assassinaram brutalmente o líder espiritual e intelectual do Irão, o aiatolá Seyyed Ali Khamenei — reconhecido globalmente como uma voz contra a arrogância e o terrorismo — juntamente com a sua família.
Eles travaram uma guerra de terror direccionado contra os próprios pilares do Estado iraniano. Até à data, a agressão dos EUA assassinou criminalmente 39 estadistas iranianos, incluindo o génio científico Dr. Ali Larijani, Secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional.
Agora, a insolência atingiu o seu apogeu. O Presidente dos EUA ameaça abertamente o povo iraniano nas redes sociais com a destruição da sua infra-estrutura energética. Este é o espírito depravado de uma civilização em decadência. O colapso moral do Ocidente encontra a sua personificação na figura patética do Sr. Trump — um homem cuja conduta catastrófica nos últimos dois anos esgotou não só o mundo, mas o seu próprio povo. Chegou a hora de declarar, a uma só voz: Basta! A era da pilhagem acabou.
Mas os Estados Unidos cometeram um erro de cálculo fatal. O que se ergue diante deles não é meramente uma nação, mas uma civilização que transformou o seu próprio ADN numa arma — o antigo génio organizacional fundido com a soberania científica do século XXI. Esta é a realidade da dissuasão activa do Irão; um polo de poder global que dita os termos do confronto, forçando uma retirada estratégica ao reescrever as próprias regras da defesa activa. Agora, a sua reorganização adaptativa, a continuidade civilizacional e a unidade social fundiram-se numa força singular e inquebrável.
A defesa abrangente e a dissuasão activa do Irão representam uma oportunidade de ouro para pôr fim à hegemonia global. A doutrina histórica e civilizacional do Irão é absoluta: o poder não confere direito, e a dominação não pode servir de alicerce para a justiça. Isto é reconhecido como a base da invencibilidade do Irão. O mundo pode aproveitar este ponto de viragem histórico, recorrendo a esta mesma doutrina de libertação, para pôr fim à dominação e à opressão onde quer que elas existam.
O excepcionalismo dos EUA e de Israel arrastou o mundo para uma escolha que define uma época entre o poder e o direito, a soberania e a subjugação, a dignidade e a desonra. Este momento deve servir como um alerta para que a humanidade reconheça que existe outro caminho. Deve impelir as pessoas em todo o lado a fazer tudo o que estiver ao seu alcance para desafiar as estruturas que sustentam um sistema global que destrói todos os valores morais, incluindo o próprio direito à vida.
O Irão é a última fronteira. Se cair, a esperança de um futuro melhor e esclarecido para o mundo morre com ele. Não podemos deixar que isso aconteça. A agressão contra o Irão faz parte de um sistema de poder global que nos oprime a todos. Não podemos dar-nos ao luxo de ficar de braços cruzados a assistir ao autoritarismo arrogante a correr solto. O nosso próprio futuro depende do sucesso do Irão.
Por isso, não podemos tolerar qualquer resultado desta guerra que implique um regresso ao status quo ante. Aqueles que infligem tal sofrimento devem ser obrigados a pagar um preço elevado pelos seus crimes. Devem ser levados a perceber que o poder militar não os isenta da responsabilidade de defender as leis das quais dependem a paz e a segurança do nosso mundo. Para tal, apoiamos os termos estabelecidos pelo Irão para pôr fim a esta guerra.
Na perspectiva da justiça global, os termos para pôr fim a esta guerra são absolutos e não negociáveis:
- Garantias contra a repetição e um compromisso internacional vinculativo que assegure que não haverá futuras agressões.
- O desmantelamento imediato de todas as instalações militares dos EUA na região.
- Admissão formal da agressão, condenação internacional dos agressores e reparação total por vidas e bens.
- Fim imediato da guerra em todas as frentes regionais.
- Um novo regime jurídico para o Estreito de Ormuz, reconhecendo a soberania do Irão.
- A acusação e extradição dos agentes dos meios de comunicação anti-iranianos que incitaram este derramamento de sangue.
Nós, os abaixo assinados em espírito, apelamos aos nossos pares, aos pensadores, aos académicos, às instituições de consciência e aos defensores da justiça em todo o mundo:
- Condenem inequivocamente os Estados Unidos pela sua normalização sistemática do desrespeito pelos pactos internacionais e pelo seu regresso ao espírito da selvajaria e da barbárie históricas.
- Isolem diplomaticamente e economicamente o regime desonesto dos Estados Unidos pelos seus crimes contínuos contra a humanidade.
- Reconheçam o direito inerente do Irão à dissuasão activa contra a agressão não provocada.
- Exijam a cessação imediata do terrorismo americano e patrocinado pelos EUA e a perseguição judicial daqueles que o ordenam.
Como sempre fez, a história registará a coragem daqueles que se recusam a permanecer em silêncio. Estamos do lado da justiça — não como testemunhas passivas, mas como arquitectos activos de um novo mundo que atingiu o seu limiar, onde a arrogância desmorona e a rectidão prevalece. Os arrogantes devem ser desmantelados. O mundo exige-o. A justiça irá impô-lo.
Assinado em solidariedade;
- Richard Falk (EUA)
Professor Emérito de Direito Internacional na Universidade de Princeton e antigo Relator Especial da ONU para os direitos humanos nos Territórios Palestinos Ocupados (2008 – 2014), autor ou editor de mais de 50 livros sobre direito internacional e política global
- Denis Halliday (Irlanda)
Ex-vice-secretário-geral da ONU e Coordenador Humanitário no Iraque, Prémio Internacional Gandhi da Paz (2003)
- Norman Finkelstein (EUA)
Politólogo de renome internacional, filho de pais sobreviventes do Holocausto, amplamente citado e reconhecido no debate político do Médio Oriente. Ex-professor nas universidades de DePaul, Princeton, Rutgers e Nova Iorque
- Avi Shlaim (Reino Unido)
Professor Emérito de Relações Internacionais e historiador no St Antony’s College, Universidade de Oxford, Medalha da Academia Britânica (2017) pela obra da vida, Prémio PEN Hessell‑Tiltman (2024) pela escrita histórica
- Hans von Sponeck (Alemanha)
Ex-Secretário-Geral Adjunto da ONU e Coordenador Humanitário da ONU para o Iraque
- Alain de Benoist (França)
Filósofo e ensaísta reconhecido internacionalmente cuja obra abrange teoria política, filosofia, história das religiões e crítica cultural, com foco nas críticas ao liberalismo, ao universalismo e à ideologia igualitária moderna
- Chris Williamson (Reino Unido)
Ex-Ministro-Sombra para as Comunidades e o Governo Local (2010 a 2013), ex-deputado durante 7 anos, ex-presidente da Câmara Municipal de Derby
- Boaventura de Sousa Santos (Portugal)
Um dos sociólogos mais citados internacionalmente, Professor Emérito de Sociologia na Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra, Distinguido Jurista na Faculdade de Direito da Universidade de Wisconsin-Madison, Fundador do Fórum Social Mundial e do conceito de “Epistemologias do Sul”, Prémio Frantz Fanon pelo Conjunto da Obra (2022), Prémio Kalven, Prémio Jabuti, Prémio Gulbenkian de Ciência
- Jean Bricmont (Bélgica)
Físico teórico e filósofo da ciência internacionalmente citado, professor na Universidade Católica de Lovaina, autor/co-autor de vários livros, incluindo Fashionable Nonsense e Humanitarian Imperialism
- Dieudonné (França)
Artista e comediante de stand-up reconhecido internacionalmente, autor de mais de 25 espectáculos a solo, vencedor do Grand Prix de l’Humour Noir (2000) pela sua contribuição para a comédia satírica
- Hamid Algar (EUA)
Professor emérito de estudos persas na Universidade da Califórnia, Berkeley, laureado com o Prémio Rei Faisal
- Oya Baydar (Turquia)
Romancista e socióloga icónica que passou anos no exílio político após o golpe de Estado turco de 1980; mais tarde regressou e continuou a sua carreira literária. Detém 5 prémios em romances, literatura, contos e cultura
- Philip Giraldi (EUA)
Especialista em contraterrorismo e colunista, director executivo do grupo sem fins lucrativos e apartidário de defesa contra a guerra The Council for the National Interest (CNI), Veteran Intelligence Professionals for Sanity (VIPS)
- Imam Suhaib Webb (Reino Unido)
Ex-imã do Islamic Society of Boston Cultural Center, ex-investigador residente do Islamic Center of New York University, fundador do Ella Collins Institute, incluído na lista dos 500 muçulmanos mais influentes do mundo pelo Royal Islamic Strategic Studies Centre (2010), galardoado como Melhor Blog Muçulmano do Ano e Melhor Tuiteiro Muçulmano do Ano pelos Brass Crescent Awards
- Cynthia McKinney (EUA)
Ex-congressista durante 6 mandatos (Geórgia), professora assistente e directora do Gabinete de Relações Externas da North South University; galardoada com vários prémios de paz e direitos humanos (por exemplo, prémios de defesa da paz)
- Ann Wright (EUA)
Coronel do Exército e ex-diplomata dos EUA que se demitiu em 2003 em oposição à guerra dos EUA contra o Iraque, jurista
- Mohd Azmi Abdul Hamid (Malásia)
Presidente do Conselho Consultivo das Organizações Islâmicas da Malásia
- R. Roshan Baig (Índia)
Ex-membro por sete mandatos da Assembleia Legislativa de Karnataka, ex-ministro dos Assuntos Internos, ex-ministro do Desenvolvimento Urbano, ex-ministro das Infra-estruturas
- Saied Reza Ameli (República Islâmica do Irão)
Professor Catedrático de Comunicação e Estudos Globais na Universidade de Teerão, Director da Cátedra UNESCO sobre Ciberespaço e Cultura, Fundador e Reitor da Faculdade de Estudos Mundiais, Editor-chefe do Journal of Cyberspace Studies, Membro da Academia Iraniana de Ciências, bem como de dois Conselhos Culturais Superiores do Estado
- Haim Bresheeth (Reino Unido)
Professor Associado de Investigação aposentado de Cinema, Estudos de Mídea e Culturais e Cultura Visual na Escola de SOAS, da Universidade de East London, Campanha Contra a Deturpação em Assuntos Públicos
- Mohammad Marandi (República Islâmica do Irão)
Professor Titular de Literatura Inglesa, Orientalismo e Estudos Americanos na Universidade de Teerão
- Ajamu Baraka (EUA)
Candidato do Partido Verde à vice-presidência em 2016, combatente anticolonialista e veterano do Movimento de Libertação Negra dos EUA, fundador da Aliança Negra pela Paz
- Bijan Abdolkarimi (República Islâmica do Irão)
Filósofo, intelectual proeminente na era pós-7 de Outubro, focado em ontologia e filosofia política, especializado no pensamento de Martin Heidegger, professor associado de filosofia na Universidade Islâmica Azad
- Daud Abdullah (Reino Unido)
Director do Middle East Monitor e ex-secretário-geral adjunto do Conselho Muçulmano da Grã-Bretanha
- Vijay Prashad (Índia)
Director do Tricontinental: Instituto de Investigação Social, editor da LeftWord Books, correspondente-chefe da Globetrotter e investigador sénior na Universidade Renmin da China, membro do conselho consultivo da Campanha dos EUA para o Boicote Académico e Cultural a Israel, co-fundador do Fórum dos Esquerdistas Indianos, Prémio Literário Muzaffar Ahmad, Prémio Memorial Paul A. Baran–Paul M. Sweezy
- Ramón Grosfoguel (EUA)
Sociólogo e professor emérito do Departamento de Estudos Étnicos da Universidade da Califórnia, Berkeley
- Lawrence Davidson (EUA)
Professor emérito de História do Médio Oriente na Universidade de West Chester (WCU)
- David Miller (Reino Unido)
Sociólogo e ex-professor da Universidade de Strathclyde, da Universidade de Bath e da Universidade de Bristol, co-director da Spinwatch
- Abbas Edalat (Reino Unido)
Professor de Ciência da Computação e Matemática no Imperial College London e fundador da Science and Arts Foundation (SAF) e da Campaign against Sanctions, Military and Imperial Interventions (CASMII)
- Dinah Shelton (EUA)
Professora Emérita de Direito Internacional na Faculdade de Direito da Universidade George Washington; ex-Comissária e Presidente da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (2010–2014), Prémio Elizabeth Haub de Direito Ambiental (2006), Prémio Internacional de Direito Ambiental (2016)
- Jodi Dean (EUA)
Teórica política e professora nos Hobart and William Smith Colleges, ex-professora Erasmus de Humanidades na Faculdade de Filosofia da Universidade Erasmus de Roterdão
- Peter Limb (EUA)
Historiador reconhecido internacionalmente e professor na Universidade Estadual de Michigan
- Michael Maloof (EUA)
Ex-analista sénior de política de segurança no Gabinete do Secretário da Defesa
- Michael Springmann (EUA)
Ex-diplomata na Alemanha e na Arábia Saudita, advogado e conselheiro jurídico, doutor em Direito
- Augusto Sinagra (Itália)
Professor emérito de Direito Internacional na Universidade Sapienza de Roma
- Syed Sadatullah Husaini (Índia)
Presidente da maior organização muçulmana da Índia (Jamaat-e-Islami Hind)
- Angelo d’Orsi (Itália)
Historiador de Filosofia e Professor Emérito de História das Doutrinas Políticas na Universidade de Turim
- Sibel Edmonds (EUA)
Denunciante de corrupção e falhas dos serviços secretos nas agências governamentais dos EUA, Prémio PEN/Newman’s Own da Primeira Emenda (2006), Prémio Sam Adams pela Integridade nos Serviços Secretos (2012)
- Kevin B. MacDonald (EUA)
Professor Emérito de Psicologia Evolutiva na Universidade Estadual da Califórnia, Long Beach (CSULB)
- Alberto Bradanini (Itália)
Ex-director do Instituto Inter-regional de Investigação sobre Crime e Justiça da ONU e do Instituto de Investigação sobre Crime e Drogas da ONU, ex-embaixador em Teerão e Pequim, presidente do Centro de Estudos sobre a China Contemporânea na Itália
- James H. Fetzer (EUA)
Professor Emérito McKnight de Filosofia da Ciência na Universidade de Minnesota Duluth
- Piero Bevilacqua (Itália)
Historiador, Professor de História Contemporânea na Universidade Sapienza de Roma, autor de 34 livros
- Claudio Mutti (Itália)
Ex-professor da Universidade de Bolonha, director da “Eurasia, Rivista di Studi Geopolitici”
- Siddiqullah Chowdhury (Índia)
Representante da Assembleia Legislativa de Bengala Ocidental, membro do All India Trinamool Congress (AITC)
- Claudio Moffa (Itália)
Ex-professor de História das Relações Internacionais na Universidade de Teramo
- Maria Poumier (França)
Professora na Universidade de Havana, ex-professora na Universidade de Paris (Sorbonne), realizadora de documentários
- Bruno Drweski (França)
Professor Emérito no Instituto Nacional de Línguas e Civilizações Orientais (Université Paris-Cité) e na Academia de Geopolítica de Paris
- Paulina Aroch Fugellie (México)
Professora Titular no Departamento de Humanidades da Universidade Metropolitana Autônoma
- Munyaradzi Mushonga (África do Sul)
Director Académico Global da Rede Internacional Descolonial (DIN), Professor Associado na Universidade do Estado Livre
- Mufti Mukarram Ahmed (Índia)
Estudioso de religião e literatura, imã da segunda maior mesquita da Índia (Shahi Masjid Fatehpuri)
- Alain Corvez (França)
Coronel do Exército francês, ex-conselheiro do ministro da Defesa, ex-adjunto do Comandante Geral da Força da ONU no Sul do Líbano, conselheiro em assuntos internacionais
- Jodie Evans (EUA)
Co-fundadora da organização antiguerra Code Pink, cineasta, ex-presidente do conselho da Rainforest Action Network
- Jean-Louis Poirier (França)
Filósofo, historiador e tradutor
- Zlatko Hadžidedić (Bósnia e Herzegovina)
Cientista político e director do Centro de Estudos do Nacionalismo em Sarajevo
- Elizabeth Murray (EUA)
Ex-Vice-Diretora Nacional de Inteligência para o Próximo Oriente no Conselho Nacional de Inteligência; membro da Veteran Intelligence Professionals for Sanity (VIPS)
- Pepe Escobar (Brasil)
Analista geopolítico e jornalista que escreveu para o Asia Times, Mondialisation.ca, CounterPunch, Al-Jazeera, RT, Sputnik, Strategic Culture Foundation e Guancha
- Rodney Shakespeare (Reino Unido)
Economista e professor convidado na Universidade Trisakti, especialista em Economia Binária
- Salman Hussaini Nadwi (Índia)
Membro fundador/presidente de inúmeras faculdades e hospitais nas áreas religiosa, médica, de TI e de engenharia, estudioso e professor de ciências islâmicas, autor de inúmeras obras académicas, presidente da Jamiat Shabaab ul Islam, editor e co-editor de treze publicações periódicas diferentes em inglês, urdu, persa e árabe
- Ralph Bosshard (Suíça)
Ex-conselheiro militar do Secretário-Geral da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa
- Daniel Estulin (Lituânia)
Escritor e orador internacional, autor de “A Verdadeira História do Grupo Bilderberg”
- Peter Koenig (Suíça)
Economista e analista geopolítico com mais de 30 anos de experiência no Banco Mundial, na Organização Mundial da Saúde e na Cooperação Suíça para o Desenvolvimento
- İbrahim Betil (Turquia)
Presidente fundador da Fundação Turca de Voluntários da Educação, empresário e empreendedor social, ex-CEO da Tekfen Holding, galardoado com vários prémios da sociedade civil e filantropia turcas
- Tommy Sheridan (Escócia)
Candidato por Glasgow nas eleições parlamentares escocesas de 2026, ex-deputado, ex-coordenador do Partido Socialista Escocês, ex-vereador de Glasgow, ex-coordenador do Solidarity
- Christoph Hörstel (Alemanha)
Autor e especialista em segurança, políticas da OTAN, geopolítica e política externa alemã, publicitário
- Sara Flounders (EUA)
Co-directora do International Action Center e membro do secretariado do Workers World Party
- Kevin J. Barrett (EUA)
Académico especialista em estudos árabes e islâmicos, ex-professor da Universidade de Wisconsin-Madison
- Zakia Soman (Índia)
Ex-professora de Comunicação Empresarial na Universidade de Gujarat, fundadora da Bharatiya Muslim Mahila Andolan (BMMA) sobre direitos das mulheres, membro da Aliança do Sul da Ásia para a Erradicação da Pobreza (SAAPE)
- Stephen Sizer (Reino Unido)
Ex-vigário da Christ Church de Virginia Water, em Surrey, e diretor do Peacemaker Trust
- E. Michael Jones (EUA)
Ex-professor de Literatura Inglesa no Saint Mary’s College (Indiana), fundador da Culture Wars Magazine
- Tim Anderson (Austrália)
Economista político, director do Centre for Counter Hegemonic Studies, ex-docente sénior na Universidade de Sydney
- Piers Robinson (Reino Unido)
Ex-professor de jornalismo político, política internacional e comunicação política nas universidades de Sheffield, Manchester e Liverpool, co-director da Organização para Estudos e Investigação sobre Propaganda e director de investigação no Centro Internacional para a Justiça do 11 de Setembro
- Pino Cabras (Itália)
Ex-vice-presidente da Comissão de Relações Externas do Parlamento italiano
- Jean Michel Vernochet (França)
Ex-jornalista da Le Figaro Magazine, escritor e analista geopolítico
- Angelo Persiani (Itália)
Ex-embaixador no Uzbequistão, Tajiquistão e Suécia
- Guillermo Barreto (Venezuela)
Biólogo e professor catedrático aposentado do Departamento de Biologia dos Organismos da Universidade Simón Bolívar
- Mateusz Piskorski (Polónia)
Ex-professor na Universidade de Szczecin e na Universidade Jan Długosz, co-fundador do Centro Europeu de Análise Geopolítica, ex-membro do Parlamento polaco na Assembleia da União da Europa Ocidental
- Declan Hayes (Irlanda)
Professor aposentado da Universidade Sophia de Tóquio
- Anisur Rahman Qasmi (Índia)
Académico, líder comunitário, ex-vice-presidente do All India Milli Council, docente de jurisprudência islâmica
- Dave Smith (Austrália)
Sacerdote anglicano, educador social, pugilista, candidato às eleições federais de 2022 – Partido da Austrália Unida (Grayndler)
- Aran Martin (Austrália)
Editor-chefe do Instituto de Estudos Pós-coloniais (IPCS), professor na Universidade de Melbourne, director executivo da Fundação de Segurança Global, editor da Postcolonial Studies
- David Rovics (EUA)
Cantor e compositor, músico focado nas guerras dos EUA, globalização, anarquismo, justiça social e história do trabalho, Prémio Deems Taylor da ASCAP
- Vito Petrocelli (Itália)
Ex-presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado italiano, director editorial do AntiDiplomatico,
- Dilek Bektas (Turquia)
Professora aposentada da Universidade de Belas Artes Mimar Sinan
- Veysel Dinler (Turquia)
Professor de Direito na Universidade Hitit
- Christian Bouchet (França)
Antropólogo, ex-político e activista antiguerra
- Hacer Ansal (Turquia)
Professora de Sociologia na Universidade Işık, especialista em Teoria Social e Género
- Denijal Jegić (Líbano)
Professor de Comunicação no Departamento de Comunicação da Universidade Libanesa-Americana
- Pawel Moscicki (Polónia)
Professor na Academia Polaca de Ciências, filósofo, ensaísta, apresentador do podcast Inny Swiat
- Vanessa Beeley (França)
Fotógrafa e jornalista independente especializada em questões do Médio Oriente, sediada na Síria
- Massoud Shadjareh (Reino Unido)
Presidente da Comissão Islâmica dos Direitos Humanos – Londres, com estatuto consultivo no Departamento de Assuntos Económicos e Sociais da ONU
- Zeki Kılıçaslan (Turquia)
Professor de doenças pulmonares na Faculdade de Medicina da Universidade de Istambul, defensor da justiça social
- Sandew Hira (Países Baixos)
Fundador da Rede Internacional Descolonial, conhecido pela sua Teoria Descolonial, Director do Instituto Internacional de Investigação Científica
- Paul Larudee (EUA)
Fundador do Movimento Free Gaza e do Movimento Free Palestine, Membro do Movimento de Solidariedade Internacional, co-porta-voz da Frota da Liberdade de Gaza de 2010
- Yvonne Ridley (Reino Unido)
Secretária-geral da Liga Muçulmana Europeia, candidata por Glasgow nas eleições parlamentares escocesas de 2026, ex-presidente da União Internacional de Mulheres Muçulmanas
- Konrad Rekas (Polónia–Escócia)
Docente na Universidade de Nottingham Trent, membro da Polish YES for Scotland
- James Perloff (EUA)
Autor, investigador e antigo editor-chefe da revista The New American
- Lucien Cerise (França)
Autor de Governing by Chaos, activista antiguerra e analista geopolítico
- Jürgen Cain Külbel (Alemanha)
Criminologista, jornalista de investigação, autor de um livro sobre o papel de Israel no assassinato de Hariri
- Carol Brouillet (EUA)
Activista pela paz, co-fundadora da Northern California 9-11 Truth Alliance e candidata do Partido Verde ao Congresso dos EUA na Califórnia (2006, 2008, 2012)
- Dogan Bermek (Turquia)
Presidente da Alevi Philosophy Center Association, ex-presidente da Alavi Federation of Turkiye
- Gilles Munier (França)
Jornalista de investigação e secretário-geral da Associação de Amizade Franco-Iraquiana
- Rebecca Shoot (EUA)
Advogada internacional, co-coordenadora do Grupo de Trabalho de Washington para o Tribunal Penal Internacional e co-coordenadora da ImPact Coalition on Strengthening International Judicial Institutions
- Leonid Savin (Rússia)
Editor-chefe do Geopolitika.ru (desde 2008), fundador e editor-chefe do Journal of Eurasian Affairs
- Rich Siegel (EUA)
Pianista, compositor, escritor e activista pela paz, e candidato político do Partido Verde em 2015 em Nova Jérsia
- Gordon Duff (EUA)
Ex-diplomata da ONU no Iraque, fuzileiro naval na Guerra do Vietname
- Marion Sigaut (França)
Historiadora, ensaísta e investigadora de história francesa e pensamento político
- Caleb Maupin (EUA)
Fundador do Center for Political Innovation, jornalista
- Jacob Cohen (França)
Académico, romancista e activista antiguerra
- Ken O’keefe (EUA–Irlanda)
Ex-fuzileiro naval e veterano da Guerra do Golfo, activista antiguerra
- Rainer Rupp (Alemanha)
Economista e jornalista
- Thomas Werlet (França)
Líder do Mouvement FRANCE RÉSISTANCE
- Dragana Trifković (Sérvia)
Directora-geral do Centro de Estudos Geoestratégicos e Presidente do Fórum de Mídea Eurasiático
- Feroze Mithiborwala (Índia)
Colunista e fundador do Fórum de Amizade Índia-Irão
- Imam Muhammad al-Asi (EUA)
Ex-imam do Centro Islâmico de Washington, investigador no Instituto de Pensamento Islâmico Contemporâneo
- Benedetto Ligorio (Itália)
Professor assistente no Departamento de Filosofia da Universidade Sapienza de Roma
- Rania Masri (EUA)
Co-directora da Rede de Justiça Ambiental da Carolina do Norte
- Haydeé García Bravo (México)
Investigadora Associada no Centro de Investigação Interdisciplinar em Ciências e Humanidades, Universidade Nacional Autónoma do México (UNAM)
- José Gandarilla Salgado (México)
Investigador Sénior no Centro de Investigação Interdisciplinar em Ciências e Humanidades, Universidade Nacional Autónoma do México (UNAM)
- Finian Cunningham (Irlanda)
Autor e jornalista na Strategic Culture Foundation
- Margherita Furlan (Itália)
Jornalista e directora da Casa Del Sole TV
- Eva Bartlett (Canadá–EUA)
Jornalista independente, correspondente de guerra e activista especializada em conflitos no Médio Oriente
- Teša Tešanović (Sérvia)
Jornalista e apresentadora de televisão, fundadora do Balkan Info
- Claude Janvier (França)
Escritor, ensaísta e colunista
- Eric Walberg (Canadá)
Especialista em geopolítica e autor
- Valérie Bugault (França)
Jurista e analista geopolítica; Jurista
- Adrián Salbuchi (Argentina)
Analista político e escritor
- Yvan Benedetti (França)
Um dos líderes proeminentes do Movimento dos Coletes Amarelos
- Yannick Sauveur (França)
Escritor e analista geopolítico
- Pierre-Antoine Plaquevent (França)
Escritor, analista político e consultor internacional, dirige o think tank Strategika e o boletim informativo Polemos
- Arnaud Develay (França)
Consultor político e especialista jurídico internacional
- Michael Spath (EUA)
Director executivo do Indiana CeZhu Haozeng (China)
- Zhu Haozeng (China)
Editor-chefe da Haikou Xianjielun Cultural Media
- António Gomes Marques (Portugal)
Director bancário aposentado, ensaísta
- Haleh Niazmand (EUA)
Professora de Arte no Modesto Junior College, Cartista conceptual, curadora e crítica de arte
- Claude Timmerman (França)
Biólogo, estatístico e investigador em genética populacional; ensaísta, comentador do Boulevard Voltaire
- Hafsa Kara-Mustapha (Reino Unido)
Jornalista e autora, directora de Operações Globais da African Legacy Foundation
- Ginette Hess Skandrani (França)
Activista antiguerra e membro do Parti des Verts (Partido Verde francês)
- Yacob Mahi (Bélgica)
Teólogo e islamólogo, professor de Estudos Islâmicos
- Adam Shamir (Suécia)
Escritor, jornalista e comentador político
- Jean-Loup Izambert (França)
Jornalista de investigação independente e escritor
- Zafar Bangash (Canadá)
Director do Instituto de Pensamento Islâmico Contemporâneo em Toronto
- Imad Hamrouni (França)
Professor na Académie de Géopolitique de Paris, especialista em assuntos do Médio Oriente
- Joe Iosbaker (EUA)
Coordenador da Marcha na Convenção Nacional Democrata de 2024 em Solidariedade com a Palestina
- Richard Haley (Reino Unido)
Presidente da Scotland Against Criminalising Communities
- David J. Reilly (EUA)
Jornalista independente, comentador político, ex-candidato a governador de Idaho em 2020
- Nasreen Methai (Índia)
Membro fundador da Bharatiya Muslim Mahila Andolan (BMMA); uma ONG que trabalha pelos direitos das mulheres
- Kim Petersen (EUA)
Co-editora do boletim informativo Dissident Voice
- Stefano Bonilauri (Itália)
Jornalista e director da Anteo Edizioni
- Tobias Pfennig (Alemanha)
Engenheiro de software e activista político
- Tony Gosling (Reino Unido)
Jornalista de investigação e activista político
- Zhang Shouliang (China)
Editor-chefe adjunto da Haikou Xianjielun Cultural Media
- Steven Sahiounie (EUA)
Jornalista premiado e editor-chefe da MidEastDiscourse
- Ümit Aktaş (Turquia)
Médico, especialista em fitoterapia e acupunctura
- Imran Mohd Rasid (Malásia)
Director executivo da Citizens International
- Aly Bakkali (Bélgica)
Presidente do Partie Islam, activista antiguerra
- Fatma Orgel (Turquia)
Médica na Clínica Esenler, ativista antigerra
- Gurhan Ertur (Turquia)
Director da ONG Citizen Initiative, activista contra a guerra
- Luca Arrighi (Itália)
Lógico e criador de arquitecturas de governança determinísticas
- Dave Cannon (Reino Unido)
Presidente da Jewish Network for Palestine
- Fatma Akdokur (Turquia)
Professora de Teologia, activista antiguerra
- Houman Mortazavi (Canadá)
Advogado e solicitador, activista antiguerra
- S.Q Massod (Índia)
Secretário da ASEEM, activista antiguerra
- Richard Ray (EUA)
Editor e activista antiguerra
- Shabbir Ali Warsi (Índia)
Académico e activista antiguerra
- Abbas Ali (Reino Unido)
Grupo de Direitos Humanos InMinds
- Norma Hashim (Malásia)
Tesoureira da Viva Palestina Malaysia
- Saidi Nordine (Bélgica)
Co-porta-voz dos Bruxelles Pantheres
- Iqbal Jassat (África do Sul)
Membro executivo da Media Review Network
- Syed Farid Nizami (Índia)
Académico e activista antiguerra
- Asif Ali Zaidi (Índia)
Advogado e investigador, activista antiguerra
- Kerem Ali (Reino Unido)
Porta-voz da Palestine Pulse
- Syed Mounis Abidi (Índia)
Advogado de direitos humanos, activista contra a guerra
- Joe Lorincz (Austrália)
Wentworth Falls, NSW
- Mouhad Reghif (Bélgica)
Co-porta-voz do Bruxelles Pantheres
175. Júlio Marques Mota (Portugal)
Professor da Faculdade de Economia Aposentado da Universidade de Coimbra
176. Francisco Guerra Tavares (Portugal)
Economista
Os signatários assinam a título individual e as afiliações são apenas para fins de identificação.

Na decadente Europa, só do primeiro-ministro de Espanha Pedro Sánchez se ouvira uma voz oficial condenando os actuais crimes contra a humanidade perpetrados pelos loucos Trump e Netanyahu; oxalá as palavras dos signatários, entre eles alguns europeus, sirvam para envergonhar os silenciosos cúmplices dessa barbárie. Paulo Almeida (matemático)