(Adão Cruz)
abram-se as portadas do silêncio
ouça-se o grito do instante
quebranto dum rio sem tempo
dispam-se as vestes da espera
desencanto, desalento
respire-se a primavera
atravessemos o momento
acordando a madrugada
madruguemos mar e vento
inventando a caminhada
pintemos de azul o cinzento
ou cor de uma rosa perfumada
nasça em pessoa o lamento
da palavra alvorada


Clano que vou continuar, por aqui. Navegante não se escusa. E o poema ajuda a descobrir novos horizentes,E palavras. E fontes.
Lindo Inês. Uma alvorada. Beijinhos