Luís de Freitas Branco, nasceu em Lisboa em 1890 e morreu também em Lisboa em 1955. Foi uma das maiores figuras da história da música em Portugal. Aos 20 anos rumou a Berlim, onde prosseguiu os estudos musicais iniciados em Portugal. Em 1911 foi para Paris, onde conheceu Claude Debussy, familiarizando-se com a estética impressionista.
Espírito aberto, desenvolveu actividade em vários do domínios da vida cultural, privando com personalidades de diferentes quadrantes políticos e intelectuais – Alberto Monsaraz, António Sardinha, Hipólito Raposo, Bento de Jesus Caraça, António Sérgio.
Algumas das suas composições – . Antero de Quental, poema sinfónico (1907)Depois de uma leitura de Guerra Junqueiro [Fantasia], poema sinfónico (1909)Paraísos Artificiais, poema sinfónico (1910) Três Fragmentos sinfónicos das «Tentações de São Frei Gil» (1911-12) Vathek, poema sinfónico (1913-14)Viriato, poema sinfónico (1916)1.ª Suite Alentejana (1919)1.ª Sinfonia em fá maior (1924)2.ª Sinfonia em si bemol menor (1926-27)2.ª Suite Alentejana (1927) Abertura Solene «1640» (1939) 3.ª Sinfonia em mi menor (1930-44) Solemnia Verba, poema sinfónico (1950-51)4.ª Sinfonia em ré maior (1944-52).
André Baleiro, barítono; Diogo Antão, piano. Concerto ao vivo; dia 20 de Maio de 2011, na Escola Superior de Música de Lisboa.

