Na Quarta-feira 13 de Junho, no Teatro Villaret, às 21h30, representa-se (de Quarta a Domingo apenas) a peça recém-estreada inspirada num filme de Alfred Hitchcook “Os 39 Degraus”, com tradução de Sílvia Baptista, numa encenação de Cláudio Hochman, onde os intérpretes são Vera Kolodzig, Samuel Alves, João Didelet e Rui Melo.
Este espectáculo de Paulo Sousa Costa permanece até 8 de Julho próximo.
O vídeo abaixo transmite o “clima” do que sucede “quando um ilustre e bem parecido gentleman inglês é procurado por um crime que não cometeu e se vê enredado numa teia de espiões …”:
Num tão magro início de semana, sugere-se o visionamento promissor do novo Ridley Scott, o filme “Prometheus” (EUA, 20112) com Noomi Rapace, Logan Marshall-Green e Michael Fassbender.
A história : Um casal de arqueólogos, ao ter encontrado em diferentes figurações pré-históricas uma raça de gigantes apontando para as estrelas, consegue convencer um empresário importante a financiar uma exploração ao planeta de onde provavelmente esses esses seres teriam vindo até nós. A nave em que viajam chama-se Prometheus, o nome do titã que, segundo a mitologia grega, roubou o fogo dos céus para o entregar aos homens e foi por tal feito cruelmente castigado pelos deuses.
Dizem os críticos (J.M., p.ex.) que “quando todos esperam que (o filme) seja a tal “prequela” (do Alien, o que não é!) que explique a origem do monstro indestrutível … «Prometheus» questiona a própria necessidade do questionamento, a sede de conhecimento, pergunta até onde iríamos em nome da ciência. E, nesse processo, consegue recuperar a inquietação primordial do desconhecido, o terror de uma solidão existencial confrontada com a imensidão de um universo onde, literalmente não somos nada. … «Prometheus» tem tanto de grandioso como de mecânico, de inteligente como de cínico, de sedutor como de calculista”.
A ver, concluímos nós e o leitor poderá apreciar no filme-anúncio:



