Empurrou-me, safou-se, fugiu para o seu quartinho.
Pé, ante pé, fui atrás dela.
Entrei. Já dormia, deitada de costas, na sua caminha. Não parava de suspirar.
Ajoelhei-me a seu lado. Com a mão esquerda, por baixo da saia, fui subindo pelas suas pernas acima. Quando cheguei ao tal sítio, sacudiu-se toda. E eu fugi, com medo que ela acordasse.