VIDAS LUSÓFONAS apresenta JOSÉ DIAS COELHO

 

O rigor histórico não está condenado à prosa de notário,

é possível conviver com as figuras do passado.

Saber o que foi, pode ajudar-nos a talhar o que será. 

 

Lá no alto, em

 

VIDAS LUSÓFONAS 

 

o artista plástico 

 

JOSÉ DIAS COELHO

 

diz ao seu amigo

  

Fernando Correia da Silva:

 

–  É do sangue dos mártires que nascem

as mais copiosas searas.

 

http://www.vidaslusofonas.pt

 

Naquela casa,

onde já moram 152,

tudo está  a acontecer,

cada vida / cada conto.

Por isso já recebeu

mais de 26,1 milhões de visitas.

 

 

 

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