O rigor histórico não está condenado à prosa de notário,
é possível conviver com as figuras do passado.
Saber o que foi, pode ajudar-nos a talhar o que será.
Lá no alto, em
VIDAS LUSÓFONAS
o artista plástico
JOSÉ DIAS COELHO
diz ao seu amigo
Fernando Correia da Silva:
– É do sangue dos mártires que nascem
as mais copiosas searas.
Naquela casa,
onde já moram 152,
tudo está a acontecer,
cada vida / cada conto.
Por isso já recebeu
mais de 26,1 milhões de visitas.

