OFICINAS DE TEATRO APRESENTAM “ODE MARÍTIMA”.

Nome: João Rosa

Email: producoesteatrais2@gmail.com

Texto: Meus caros,

É com muito gosto que venho por este meio informar que dia 15 de Novembro às 21:00 estreamos o espectáculo “Ode Marítima” de Fernando Pessoa – Poesia, Teatro e Multimédia no Auditório Camões. Uma experiência, uma vivência, uma viagem num delirante momento de sonho acordado e num exercício de descoberta pela linguagem poética.

 “ODE MARÍTIMA”

Sinopse:

A Ode Marítima é um dos poemas mais marcantes do heterónimo Álvaro de Campos expressa as suas ideias de força e agressividade, tão marcantes no período futurista e sensacionalista. Ode Marítima prova máxima do poder da imaginação do homem mas também prova máxima de quão efémero é esse poder. Depois de tudo, depois da exaltação, da fúria, da descoberta e de ser tudo, há o regresso frio do corpo e a saída do sonho para a realidade de todos os dias, a realidade real, o lado de fora do sonho.

Porquê Fernando Pessoa:

O movimento artístico chamado Modernismo, em Portugal, deu seus primeiros passos em 1910, numa época de transição e de instabilidade política com a mudança do regime monárquico para o regime republicano. O movimento, em Portugal, surgiu com uma poesia alucinada, provocadora, irritante, com o intuito maior de desestabilizar a ordem política, social e económica da época e acompanhando as tendências de vanguarda que nasciam pela Europa, a temática artística apresentava-se com veias de inconformismo, de instabilidade, com o desejo de romper com o passado, de aderir a ideias futuristas, dando maior vida e visibilidade ao país. A Europa como um todo vivia um momento de efervescência cultural: a realidade reinterpretada pelos artistas, a crítica aos costumes ultrapassados e a ânsia em aderir e em acompanhar os avanços tecnológicos que rompiam com conceitos já estabilizados, porém atrasados.

”O homem sentiu sempre e os poetas frequentemente cantaram o poder fundador da linguagem,

que instaura uma sociedade imaginária,

anima as coisas inertes, faz ver o que ainda não existe,

traz de volta o que desapareceu”.

Émile Benveniste

Encenar Fernando Pessoa é um desafio aliciante, pela sua riqueza literária e magnificência, daí a importância em continuar a divulga-lo desmistificando a complexidade da sua  escrita.   Conceber esta peça prende-se com uma necessidade de gritar, revoltar, extravasar e exorcizar tudo o que se passa à nossa volta e que tantos sentem. Deixem-se alertar, acordar e espicaçar pelo teatro!

João Rosa (encenador)

Criação e versão cénica: João Rosa | Texto: Fernando Pessoa (heterónimo Álvaro de Campos) | Estética Visual: Ricardo Campos | Videoarte: Ruben Sousa | Desenho de Luz  e som: João Lacueva | Luzes: José Alvega | Produção: João Rosa | Elenco: Artur Assunção, Delfina Costa, Helena Duarte, João Pires Silva e Lurdes Vinagre | Classificação etária: M/12

Espectáculo de poesia e multimédia em cena dias: 15, 16, 21, 22, 23, 28, 29 e 30 de Novembro e 1 e 2 de Dezembro de 2012 às 21:00 no Auditório Camões.

Morada Auditório Camões: Rua Almirante Barroso, 25 B 1050-129 Lisboa Acessos: Metro – Picoas, Saldanha-Autocarros – 20, 22, 26, 30, 32, 33, 40, 53, 205, 206 e 209.

Reservas/informações: ligue 1820 (24horas) ou 93 823 85 65 (produtor) E-mail: producoesteatrais2@gmail.com

Locais de venda: www.ticketline.sapo.pt no local e nos locais habituais de venda.

Website:  http://joaorosaoficinasteatro.wordpress.com/em-cartaz/

“Só triunfam os que se atrevem a atrever-se” – George Clemenceau

Website: www.joaorosaoficinasteatro.wordpress.com Tel: +351  93 823 85 65 E-mail: producoesteatrais2@gmail.com

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